ANUNNAKI: AQUELES QUE DESCERAM DOS CÉUS


Com todo progresso industrial e tecnológico conquistado nas últimas décadas, é muito natural que o ser humano considere a si próprio, definitivamente, como uma espécie de senhor da natureza. No entanto, teorias baseadas em antigas lendas mesopotâmicas sugerem que somos nada mais do que seres criados geneticamente por civilizações alienígenas mais avançadas, com o único propósito de servir como escravos.
A lenda babilônica que conta a criação do mundo é chamada Enuma Elish, e foi descoberta em 1849 pelo arqueólogo britânico Austen Henry Layard, enquanto procurava pelas ruínas da Biblioteca de Assurbanipal em Nínive (atual Mosul, Iraque), e publicado por George Smith em 1876. Ela conta como os seres humanos foram criados por uma raça de seres extraterrestres chamada Anunnaki.
Nos textos antigos da Suméria existem descrições de seres que desceram dos céus em veículos voadores e que se chamavam Anunnaki, palavra que significa “aqueles que vieram dos céus”. As descrições, imagens, estátuas e gravações destes seres os mostram trajados como se fossem viajantes espaciais modernos, alguns usando relógios de pulso, botas e até mesmo capacetes.
Mas o mais interessante é que os Anunnaki são representados com asas, e são frequentemente retratados flutuando acima de todas as pessoas comuns. De acordo com a teoria do astronauta antigo, cujas bases foi popularizada por Erich von Däniken, estes seres eram viajantes espaciais que visitaram a Terra num passado remoto.
Em 1976, o autor Zecharia Sitchin publicou suas próprias traduções dos textos sumérios em uma série de livros intitulada Crônicas da Terra. De acordo com Sitchin, as tábuas de argila descrevem uma raça alienígena conhecida como os Anunnaki, que vieram à Terra com o objetivo de extrair ouro e levar para Nibiru, seu planeta de origem.
Na interpretação oferecida por Sitchin sobre a cosmologia suméria, Nibiru segue uma órbita elíptica e demorada, atravessando nosso sistema solar a cada 3.600 anos. Num passado remoto, Nibiru teria colidido catastroficamente com Tiamat, um planeta que estaria localizado em nosso sistema solar entre Marte e Júpiter.
Para Sitchin, esta colisão teria formado o nosso planeta Terra e a peculiar geografia antiga da Terra, decorrente da acomodação após a colisão celeste que posicionou continentes sólidos de um lado e um oceano gigantesco do outro, seria um forte indício desta colisão cósmica. Como Nibiru permaneceu praticamente intacto, e a Terra formou-se muito depois a partir dos destroços de Tiamat, os Anunnaki evoluíram muito em comparação com as raças humanoides aqui presentes.
O único prejuízo de Nibiru teria sido em sua atmosfera, a qual desde então passou a precisar, por algum motivo obscuro, de ouro. De acordo com as interpretações de Sitchin, através de seus equipamentos de tecnologia avançada, os Anunnaki foram capazes de identificar abundância de ouro no planeta Terra. Ao chegarem aqui, acabaram se deparando com uma quantidade incrível do precioso metal, mas não tinham mão de obra suficiente para tantos recursos disponíveis.
No texto conhecido como Epopeia de Atra-Hasis, a versão suméria do dilúvio universal, é narrado que os Anunnaki empregaram o povo chamado Igigi para realizar o trabalho de extração do ouro, mas que após 40 dias de esforço penoso os Igigi se rebelaram e forçaram os Annunaki a criarem os seres humanos para que trabalhassem para eles como escravos.
Os Anunnaki vasculharam o planeta e encontraram um animal que hoje conhecemos pelo nome de homo erectus, uma espécie extinta de hominídeo que viveu entre 1,8 milhões de anos e 300 mil anos atrás, e os alteraram geneticamente, já que não acreditavam que aqueles seres tão primitivos seria capaz de obedecê-los.
As teorias dizem que os Anunnakis tomaram uma única célula de um de nossos ancestrais e modificaram seu código genético, algo que a ciência moderna é capaz de fazer hoje com relativa facilidade. Para os próprios sumérios, os Anunnaki desceram dos céus como verdadeiros deuses e os criaram para que servissem como meros escravos.
Querendo criar um trabalhador primitivo que substituísse os Igigi na tarefa de mineração do ouro, os Anunnaki acabaram dando origem, há cerca de 450 mil anos atrás, ao primeiro ser humano moderno, o primeiro homo sapiens, misturando seu próprio DNA com o do homem pré-histórico. Esta nova criatura foi chamada de Adamu, e a semelhança deste nome com o de Adão não pode sere desprezada.
O paralelo que muitos estabelecem entre os mitos hebraicos e sumérios da criação do homem nos convida a pensar que os personagens do Gênesis, os míticos Adão e Eva, teriam sido os primeiros seres humanos criados pelos Anunnaki a partir da modificação genética. E comparações mais próximas entre a bíblia hebraica e os textos sumérios revelam ainda outras semelhanças.
Outro indício das expedições mineradoras dos Anunnaki pode ser encontrado na África do Sul, onde algumas escavalções datam de cerca de 150 mil anos atrás em áreas onde hoje existe abundância de ouro. Mais que isso, algumas culturas africanas acreditam que visitantes das estrelas estiveram no planeta Terra para extrair ouro e outros recursos naturais.
Para muitos pesquisadores, do outro lado do Atlântico também é possível encontrar sinais muito claros de mineração alienígena em tempos remotos no continente americano. É sabido que na terra onde hoje é o Peru, o ouro sempre existiu em abundância, o que despertou a ganância dos espanhóis que vieram à estas terras para impor suas crenças e saquear as riquezas locais.
Em várias áreas andinas é possível encontrar evidências de antigas escavações mineradoras, e mesmo que o ouro seja um material muito fácil de ser extraído da natureza, algumas destas escavações têm centenas de metros de profundidade.
Também localizadas no Peru estão as famosas linhas de Nazca, formações artificialmente criadas que continuam sendo um mistério, especialmente porque próximo à elas existem grandes escavações que parecem ter sido iniciadas há centenas de séculos atrás. Esta é uma área onde topos de montanhas foram arrancados, algo que não se faz a não ser com instrumentos de mineração sofisticados, o que é muito improvável para a humanidade de milênios atrás.
Há quem acredite que a região onde se encontram as linhas de Nazca seja uma espécie de sinalização para mineradores alienígenas, já que ali pode ser encontrada uma amostra de todos os recursos minerais que o planeta tem a oferecer aos seus exploradores. Além disso, as linhas funcionariam como um instrumento de localização para os viajantes estrelares.
Misteriosos também são os motivos pelos quais os alienígenas Anunnaki não são mais encontrados por aqui, já que ainda existe em nosso planeta uma grande quantidade de ouro a ser explorada. Alguns acreditam que o desequilíbrio atmosférico de Nibiru foi sanado com a intensa mineração realizada ao longo de cerca de centenas de séculos. Já a instituição de monarquias divinas em diversas civilizações antigas pode sugerir que o equilíbrio foi temporário, e que num futuro próximo os Anunnaki retornarão para dar sequência à exploração.
Outras hipótese afirma que o desaparecimento dos Anunnaki se deve a uma guerra entre facções de alienígenas, quando foram usadas poderosas armas nucleares que resultaram em uma radioatividade insuportável e destruidora, descrita pela mitologia suméria como o “vento maligno”, que teria devastado a cidade de Ur por volta do ano 2.000 a.C.
Contudo, mais audaciosas seriam as teorias de que os Anunnaki permanecem até os dias de hoje em nosso planeta, escondidos em montanhas ou no fundo dos oceanos. Prova disso seriam os constantes avistamentos de naves espaciais saindo de oceanos, mares e lagos, evidenciando que os Anunnaki, aqueles que desceram dos céus, jamais abandonaram sua preciosa colônia de mineração.

O SIGNIFICADO DO 666, O NÚMERO DA BESTA

666 BESTA

As escrituras bíblicas possuem muitas passagens enigmáticas, que podem inspirar sentimentos como admiração, descrença e até mesmo terror em seus leitores. Uma das passagens mais intrigantes é aquela em que é revelado o Número da Besta, identificado como 666, o qual de acordo com o livro do Apocalipse seria o número do homem e conteria uma sabedoria a ser decifrada.
Não há dúvida que o fascínio exercido pelo Número da Besta ganhou força fora dos círculos católicos e evangélicos graças à sua popularização por filmes de terror, bandas de heavy metal e autores ocultistas. Mesmo em atitude revolta, quem antes jamais abriria uma Bíblia para ler suas passagens acaba dando uma espiada no Apocalipse para entender melhor o que significa o 666.
No filme Laranja Mecânica, o delinquente sociopata Alex é sutilmente associado à Besta quando é abordado por dois policiais identificados com os números 665 e 667.
Mais clara é a referência feita no filme A Profecia, onde o número 666 é revelado no couro cabeludo do diabólico Damien. Como se isso não bastasse, ainda programaram a data de lançamento do filme para o dia 6 de junho de 1976.
Contudo, em alto e bom som o Número da Besta foi espalhado pelas mentes adolescentes através de um dos maiores clássicos do heavy metal de todos os tempos, a música The Number of the Beast, da banda britânica Iron Maiden.
A música foi feita pelo baixista Steven Harris, inspirado pelos pesadelos que teve depois de assistir a sequência de A Profecia. Durante a turnê da banda no ano de lançamento de The Number of the Beast, diversos grupos religiosos fundamentalistas queimaram os discos da banda em público, como uma forma de protesto contra o que consideravam ser um grupo satânico.
Algumas décadas antes de tudo isso, o difamado ocultista Aleister Crowley usou intencionalmente o 666 como mais um de seus famosos instrumentos de promoção pessoal através de provocações e controvérsias. Ele afirmou ser a Besta profetizada no Apocalipse e adotou para si o nome To Mega Therion, a forma grega para A Grande Besta, que através da numerologia soma 666.
Para entender o que significam a Marca da Besta e o número 666, é preciso antes recapitular brevemente o livro do Apocalipse. Em síntese, o livro conta os eventos que acontecerão antes, durante e depois do retorno de Jesus. Estes eventos são narrados por João, quem os viu através de uma revelação divina entregue pelo próprio Jesus.
Durante este período do fim dos tempos ocorrem três grandes aflições para a humanidade, as quais são iniciadas quando são tocadas a quinta, a sexta e a sétima trombetas do Apocalipse. Durante o segundo período de aflição, o livro do Apocalipse afirma que a Terra será governada pela Besta, uma criatura horrenda que força a humanidade a usar a sua marca, que é o número 666.
Este número identificaria as pessoas que seguem a Besta, e estão portanto em clara oposição à Deus e à Cristo, não fazendo parte de suas Igreja e de seus planos de salvação. Não existe consenso entre os cristãos se estes acontecimentos previstos no livro já estariam em andamento, mas muitos identificam certos sinais de que o período apocalíptico começou pra valer.
Assim, no contexto apocalíptico, o Número da Besta é revelado no momento em que a Besta, também conhecida como o Falso Profeta, está governando a humanidade, realizando grandes prodígios e fazendo com que todos adorem a sua imagem. Então, o número 666 é gravado na mão direita ou na testa daqueles que estariam sob o seu poder.
Existem duas formas principais de interpretação do significado do Número da Besta. A primeira é através do emprego da numerologia, usada geralmente para calcular o número de um líder mundial ou de alguma personalidade para poder associá-lo com o 666. Manipulações desinformadas deste sistema já deram origem à hipótese que a internet seja a Besta.
De acordo com esta visão distorcida da numerologia judaica, a sigla www possui valor numérico 666 quando a letra w é igualada ao caractere hebraico vav, de valor 6, sendo convertida em 666. Contudo, isto está tão equivocado quanto dizer que o número romano III possa ser entendido como 111, e não como 3.
Mediante a numerologia, muitos tentam identificar a Besta através de seu Número. Alguns a buscam no passado, como é o caso daqueles que a identificam com imperador romano Nero. Para estes, a Marca da Besta seriam as imagens dos bustos dos imperadores gravadas nas moedas romanas, sem as quais ninguém podia comprar ou vender, tal como está escrito a respeito da Marca da Besta no Apocalipse.
Outros buscam a Marca da Besta no futuro, quando surgiria uma nova moeda global que cumpriria o mesmo papel que o Euro desempenha para os países europeus, e que seria o veículo econômico de uma suposta Nova Ordem Mundial. De acordo com este pensamento, toda e qualquer iniciativa de superação das diferenças globais seria parte de uma tentativa sinistra de dominação mundial por parte do Anticristo.
Para tais intérpretes do Apocalipse, em breve a humanidade seria forçada pelo Anticristo a aceitar uma única religião sincrética, que em tese acabaria com o fundamentalismo e com as dificuldades de implantação da Nova Ordem Mundial e da moeda supranacional, considerada por eles como sendo a Marca da Besta. Nada mais fundamentalista que isso.
Por este motivo vemos tantas vertentes fanáticas que relutam em aceitar a universalidade do espírito religioso que é inerente à alma humana. Não existe uma religião melhor ou mais verdadeira que a outra. Como já disse Helena Blavatsky, nenhuma religião está acima da verdade, ou como disse Samael Aun Weor, todas as religiões são pérolas preciosas que enfeitam o colar da divindade.
Outra forma de interpretação do Número da Besta é a chamada Idealista ou Esotérica, a qual abre mão da numerologia para esta análise. Não que esta visão despreze a numerologia, mas antes prefira ver o 666 como uma alegoria ou um símbolo. De acordo com esta perspectiva, o Número da Besta não é um código a ser decifrado, mas um símbolo a ser compreendido.
Afinal, na própria passagem do Apocalipse onde somos apresentados ao Número, é dito que nele existe sabedoria, e que aquele que tenha entendimento pode calcular o Número da Besta, que o próprio Número do Homem e que é 666. E isso não está somente escrito no livro do Apocalipse isso está escrito, mas também está recitado de modo soturno pelo ator britânico Barry Clayton na música que é cantada pela voz potente do ocultista Bruce Dickinson.
Em toda a Bíblia, os números são empregados de maneira figurativa, e isso não deveria ser diferente em relação ao Número da Besta. Com base nos ensinamentos básicos da numerologia, uma vez que o número 7 é o número da divindade, da completude e da plenitude, o número 6 representaria o que é incompleto, imperfeito e inadequado.
Ainda assim, para estudar a numerologia de forma um pouco mais profunda, não seria imprudente empregar o Tarô, a grande ferramenta simbólica dos ocultistas. A lâmina número 6 do Tarô é chamada de Os Amantes, e mostra geralmente um casal de namorados diante da decisão de se casar, ou um rapaz entre duas moças, tendo que escolher com qual delas vai ficar.
Portanto, para o Tarô, o número 6 representa essencialmente o momento que antecede a tomada de uma decisão e a chamada da responsabilidade. O número 666, de acordo com esta ótica, seria aquele que representa uma tripla hesitação, interpretadas como sendo a ausência de controle sobre o cérebro, o coração e o sexo, os três núcleos de poder do ser humano.
É através do controle da mente, do sentimento e da sexualidade (corpo) que o ser humano é capaz de permitir a expressão de seus valores espirituais e de sua vontade consciente. Sem este triplo controle, ou seja, com esta tripla hesitação, a divindade é incapaz de manifestar sua sabedoria, seu poder e seu amor, e o ser humano se converte em um escravo da Besta, o termo apocalíptico para a ilusão.
Outra lâmina do Tarô que auxilia na compreensão do Número da Besta é o Arcano 18, já que o número 18 é a soma dos três dígitos do 666. Este Arcano é conhecido como A Lua, e representa a ilusão provocada pela luz do luar em oposição à claridade provocada pela luz solar. Esta carta ainda alerta para os perigos de se caminhar em meio à luz da lua, que são as ilusões, pois estamos nos arriscando a topar com algum animal peçonhento escondido em sua toca, o que nos provocará sofrimento.
Indo um pouco mais adiante, o próprio número 18 pode ser reduzido a um novo número, desta vez o 9, e o Tarô novamente pode ser útil para elucidar a simbologia do Número da Besta. O Arcano 9 é conhecido como o Eremita, e mostra um sujeito maduro que caminha pelo deserto, trazendo consigo um cajado e uma lamparina. Este é um símbolo muito claro de todo Iniciado, de todo buscador dos Mistérios da Luz.
São estes Mistérios que permitem ao ser humano, seja homem ou mulher, adquirir o tríplice domínio sobre si mesmo, o que corresponde a conquistar definitivamente seu cérebro, seu coração e seu sexo, transformando-os em instrumentos de expressão dos valores existenciais do Espírito, o qual é a fonte de toda a felicidade.
Não é à toa que as grandes religiões universais apresentam tríades de deuses, como no caso egípcio de Osíris, Ísis e Hórus, ou no caso hindu de Brahma, Vishnu e Shiva, ou ainda nos casos das Deuses Tríplices presentes nas religiões gregas, romanas, celtas e demais cultos pagãos. De alguma forma, o cristianismo também conta com esta tríade, que é formada por Pai, Filho e Espírito Santo.
Também não é por acaso que o número de escolhidos do Cordeiro que vai enfrentar a Besta e seus escravos na mitologia apocalíptica cristã é 144.000, cuja soma final também é 9, o número dos Iniciados. Isso mostra claramente a oposição que existe entre aqueles que desejam manter escravos das circunstâncias, das ilusões e dos sofrimentos, e aqueles que exercem a vontade consciente sobre si mesmos, desfrutando da sabedoria e da felicidade representadas pela Nova Jerusalém.

A Mística e a Sensualidade do Seio de Maria

Em termos tão humanos quanto espirituais, o acontecimento do Natal está profundamente associado à maternidade, pois revela a carinhosa relação entre uma criança recém-nascida e sua mãe. Esta ligação, marcada por um misticismo que se faz carne, encontra sua representação mais objetiva num gesto de grande importância, mas absolutamente natural e comum, que é a amamentação.
No entanto, a grande maioria das cenas que refletem o espírito natalino não apresentam o menino Jesus sorvendo avidamente o leite diretamente de sua fonte sensual e sagrada, o seio de Maria, sendo preferíveis pelo imaginário católico e comercial as imagens mais familiares e moralmente aceitáveis, como a do presépio, quando não as árvores enfeitadas, os presentes e o Papai Noel.
Com certeza o pequeno Jesus não se alimentou através de uma mamadeira, mas sim sentindo o calor do peito de Maria em seus lábios e a doçura de seu leite em sua boca.

E os primeiros cristãos sabiam admirar com os olhos da alma este acontecimento tão espontâneo, enxergando nele, com a mais absoluta naturalidade, o significado humano e místico da amamentação.
Por causa desta atitude, nos primeiros séculos do Cristianismo a imagem de Maria amamentando o menino Jesus, chamada em latim de Madonna Lactans, era algo muito comum de ser encontrado.
Parece ser óbvio o suficiente que esta iconografia maternal tenha surgido através da arte copta do Egito, onde muitos séculos antes da era cristã já existiam em larga escala representações em pinturas e esculturas de uma personagem feminina cercada de mistério que amamenta seu filho, o herdeiro de um reino divino que fora encomendado especialmente para ser o salvador do mundo.
Nelas o menino Hórus, que em conjunto com seu pai Osíris representa um dos protótipos universais da figura de Jesus Cristo, é visto sendo amamentado por Ísis, sua mãe, a deusa da magia e antepassada mítica da Virgem Maria. Assim como muitos outros símbolos, este foi assumido pelo Cristianismo em seu papel de continuador, ao menos naqueles tempos, da tradição esotérica ocidental.
É interessante notar que a imagem mais antiga da Virgem Maria de que se tem conhecimento é um afresco do século III, localizado nas Catacumbas de Priscila, na Via Salaria em Roma, onde o menino Jesus é mostrado sugando o seio exposto de sua mãe divina. Os cristãos primitivos não se sentiam ofendidos pelo seio de Maria, e sabiam encontrar em meio à sensualidade o misticismo de seu gesto maternal.
Infelizmente, poucas imagens como esta sobreviveram até os dias atuais. Uma delas forma um belíssimo mosaico ostentado na fachada da Basílica de Nossa Senhora no Trastevere, localizada em Roma, onde teria sido celebrada a primeira Missa pública da história do Cristianismo. Ela disputa com a Basílica de Santa Maria Maggiore o título de primeira igreja construída em homenagem à Virgem Maria.
A imagem de Maria amamentando o menino Jesus era tão forte durante a Idade Média que as amas-de-leite, tão comuns entre as classes sociais mais altas daqueles tempos, eram vistas como representações da Virgem da Humildade, retratada por gênios da pintura como Bernardo Daddi, Giovanni di Paolo e Fra Angelico sempre vestida com roupas simples e sentada ao chão.
Mas esta imagem tão popular começou a cair em desuso na transição da Idade Média para a Idade Moderna, em virtude do advento da imprensa, do Protestantismo e do Concílio de Trento. Após este último, ocorrido na metade do século XV, as autoridades eclesiásticas passaram a desencorajar a presença de qualquer tipo de nudez em imagens religiosas, causando o lento desaparecimento da Madonna Lactans da iconografia católica.
Em paralelo a esta determinação institucional religiosa, a disseminação da imprensa ajudou a promover a desmistificação das formas do corpo pela medicina, que multiplicava o corpo e suas partes em inúmeros estudos gráficos destinados à produção de conhecimento científico. Mais recentemente, a imprensa também ajudou a banalizar o corpo e a impregnar sua imagem com uma sensualidade artificial.
E ainda a imprensa viria a colaborar com o desaparecimento da Madonna Lactans ao servir de instrumento de proliferação da Bíblia, algo que, em conjunto com o surgimento do Protestantismo, que causou a diminuição do uso de imagens e das práticas devocionais católicas relacionadas à Virgem Maria, transformou definitivamente as escrituras no centro da religiosidade cristã.
Todos estes fatores culturais, religiosos e tecnológicos fizeram com que até mesmo os católicos considerassem a imagem do seio feminino como algo impróprio para ser ostentado no interior de uma Igreja. E enquanto a imagem da amamentação de Jesus foi parcialmente censurada, fazendo da natividade uma cena familiar moralmente aceitável, o sacrifício de Jesus na cruz se tornou definitivamente o ícone do Cristianismo.
Por mais que as circunstâncias descritas acima tenham obliterado a sensualidade do seio de Maria, e com ela o seu misticismo, o esoterismo mantém viva esta representação da maternidade como elemento de acesso ao conhecimento gnóstico, oculto e secreto, pois não haverá o praticante das ciências ocultas de esbarrar em jogos dogmáticos e na distorção da natureza sagrada da sexualidade humana.
O seio é para o gnóstico, assim como para o menino Jesus, uma fonte de alimento erótico e espiritual imprescindível para o seu crescimento e desenvolvimento interior. O menino Jesus somente foi capaz de se tornar o vigoroso líder que desafiou a estagnação de sua tradição graças ao leite que verteu de maneira frondosa e abundante do seio de sua mãe.
Da mesma forma, para todo aquele que é capaz de respeitar a feminilidade e reconhecer seu caráter sagrado, a mulher amada, que é sempre uma mãe em potencial e que encarna os mais excitantes e divinos atributos da Virgem Maria, a Deusa do Cristianismo, oferecerá livremente seu seio como fonte permanente de uma força capaz de alimentar o erotismo que permitirá o nascimento místico do Cristo Interior.
Este nascimento foi, é e sempre será o objetivo central da prática gnóstica, mesmo que esta receba outros nomes mais adaptados a diferentes linguagens. Maria, pura e santa, a deusa que habita o coração do homem e também seu leito, está sempre disposta a oferecer seu ventre e seu seio para que o Cristo possa ser concebido, para que nasça, cresça e cumpra a missão de ser o elo de ligação com a divindade.
Leia Mais Aqui: Sociedade Gnóstica

O GRANDE MISTERIO DA CHAMA VIOLETA


O Grande Mistério da Chama Violeta

Daí uma Taça de Chama Violeta em nome do Cristo
Ide Incendiar o Mundo com a Chama Violeta!


O vosso lugar de invocação é o vosso chakra da garganta. Ele também pode ser definido como plano de encarnação da vossa alma. Portanto digo para invocardes a chama por intermédio do chakra da garganta e para acrescentardes à vossa invocação, o instrumento do chakra do coração, colocando assim, o amor na chama e atraindo o amor da chama.
Usai o terceiro olho para invocardes a chama violeta com uma intensa visualização, atraindo a chama para o terceiro olho e dotando a chama com o momentum do fogo sagrado desse chakra.
Usai, então, cada um dos chakras para meditar na chama, para focalizar a chama, e para prestar devoção à chama, assim como recebeis a devoção da chama.
Quanto mais criativos fordes no uso da chama violeta, mais compreendereis que a chama violeta é um ritual, possui a consciência do ritual e aguarda com expectativa as horas do dia que consagrai à invocação de um mantra de chama violeta — ou, será que eu deveria dizer, à invocação da chama violeta através de um mantra?
Bem, o mantra é a chama, e a chama é Deus, e o mesmo se aplica ao mantra!
A questão é: Sois vós todos os três? Sois vós a chama, o mantra e a manifestação de Deus?
Esta é a mestria que aguardais com expectativa quando visualizais a chama elevando-se desde abaixo de vossos pés, elevando-se, pulsando e purificando todos os níveis de vosso ser.
Então, quando a concentração fica completa no corpo físico e vós as vedes e a sentis, deixai que ela se estenda lentamente, a partir de vós, como uma aura que possui o magnetismo da chama violeta, e deixai-a aumentar e intensificar.
E assim, amados, quando percorreis, lembrai-vos de colocar o vosso tubo de Luz para proteger o vosso momentum de chama violeta.
Mas estejais também prontos quando virdes os olhos de um portador de luz, de uma criança necessitada e de uma alma que olha para Deus pedindo ajuda. Que não temais ser um instrumento que transfere uma taça de chama violeta em nome de Cristo.
Possuir um reservatório de chama violeta significa que ao invocardes a chama violeta, estais usando a ação do grandioso mar da chama violeta no coração da terra, estais usando a poderosa ação da Cruz de Malta de Saint Germain, estais estabelecendo este pilar de fogo onde estais, multiplicado pelo vosso próprio reservatório.
Acima de tudo, esta é a sétima era e a sétima dispensação, amados. É a era e momento em que todos vós podeis tornar-vos sacerdotes e sacerdotisas da Ordem do Senhor Zadkiel, de Melquizedeque, de Saint Gemain, de Zarathustra e Oromasis e de Diana.
É aquele momento em um ciclo completo de doze degraus, no qual é dado uma volta inteira ao redor do Relógio Cósmico das eras retornando ao lugar do signo de Aquário — o signo da liberação da alma através da chama violeta.
(Era, são ciclos de tempo. Um ciclo completo de 12 eras dura 25.800 anos. São 12 eras astrológicas de 2.150 anos cada. Assim como as nações, as eras tem sua ascensão e queda).
Em nenhuma outra era passada desde a última Era de Aquário, há doze ciclos atrás, houve uma oportunidade como esta para a transmutação global, a intermédio do Senhor e Salvador Jesus Cristo ao vosso próprio potencial cristico interno.
(A era de Aquário é uma era de Chama Violeta, no Amor divino, na 1 hora do Ciclo Cósmico).
Assim, amados, a oportunidade é imensa. Ela se engrandece com a dispensação de Omri-Tas que vos trouxe uma dispensação sem precedentes, dado o nível atual das evoluções da Terra, para reduzir os vossos ciclos cármicos, em anos-luz.
Sabei, portanto, que os estudantes nos retiros dos Mestres Ascensos na oitava etérea que não estão encarnados, consideram a importância deste dia do mês (dia 3 de cada mês)! Portanto todos os retiros do planeta inteiro estão simplesmente pulsando na alegria da chama violeta!
E nós guardamos esta chama e a conservamos e a preservamos nas urnas do nossos altares. Assim, quando acontecer uma crise mundial ou os hierarcas do planeta e os Logos Solares anunciarem a necessidade de transformações na Terra, teremos nos altares de todos os retiros da Grande Fraternidade Branca na Terra, os recursos para aquinhoar essa chama violeta que temos invocado e guardado cuidadosamente para que seja possível uma transição suave, quando a Grande Lei decretar o equilíbrio desse carma que pesa fortemente no corpo da Terra e que tem sido carregado por tantos bilhões de almas que nela vivem.
Vede, assim, amados, que podeis fazer o mesmo! Podeis acender os fogos da chama violeta em todos os vossos chakras e em todos os níveis do vosso ser, uma vez que degrau após degrau, os vossos chakras representam os sete planos do céu.
Podeis subir estes degraus, amados! E podeis erguer os sefirotes ao ponto do EU SOU O QUE EU SOU.
(Sefirotes - do Hebreu Sephiroth; Na Cabala, são manifestações da luz de Deus para seus filhos. Os dez poderes ou potencias que compõem a árvore de Cabalistica da vida, os dez nomes de Deus, nomeados Kether (a coroa); Hochmah (sabedoria); Binah (compreensão); Hesed (compaixão); Geburah (força); Tiph'ereth (beleza); Netsah (triunfo); Hod (majestade); Yesod (fundação); e Malchuth (reino).)
Compreendei, assim, o significado dos ciclos segundo caminhais na Senda como um verdadeiro iniciado da Grande Fraternidade Branca.
Compreendei agora, amados, o grande mistério da chama violeta. A chama violeta é uma ação que pode ser acelerada, ou desacelerada, sintonizada com qualquer nível dos sete chakras.
Portanto, a chama violeta que guardais no coração, possuirá uma frequência diferente em relação a chama que guardais no chakra do plexo solar, e assim por diante.
E ao acelerardes os estágios da chama violeta, desde o chakra da base da espinha, até o chakra da coroa, ocorre uma aceleração da chama violeta que afeta todos esses níveis no corpo terreno.
Assim, ao começardes no chakra da base e prosseguir, elevando-vos até a coroa, experimentareis a Deus nos sete níveis do céu bem no vosso próprio ser!
Portanto eu vos digo para reconhecerdes o valor dos chakras no vosso corpo. Valorizai-os bem, amados, pois eles são cálices.
E no dia e na hora em que uma calamidade súbita ou uma doença terminal ou uma praga de qualquer natureza sobreviver ao vosso lar ou ao vosso corpo, tereis taças cheias de chama violeta que serão um remédio precioso, na forma de um precioso unguento que podereis utilizar espiritual e fisicamente.
Compreendei, portanto, amados, que pessoa que não passa recolhendo os seus cântaros por toda a sua cidade por toda a sua cidade e os seus habitantes para traze-los a um determinado local no terceiro dia do mês e enche-los com a chama violeta certamente não prevê que possa surgir o dia em que não haja mais chuva de chama violeta.
Portanto, nesse dia, os cântaros estarão secos se não os encherdes agora e estarão cheios se os encherdes agora!
Assim, amados, não se trata de um anuncio de letreiro. Pois a chama violeta é infinita – é infinita a partir do vosso próprio Corpo Causal de Luz, infinita desde o planeta violeta e de Omri-Tas.
Mas posso dizer-vos que nós, os irmãos e as irmãs que estudam com o nosso amado sacerdote Melquizedeque, que verdadeiramente foi rei de Jerusalém e sacerdote do Deus Altíssimo, conhecemos o valor de acumular a chama violeta.
E vos pedimos para que façais o mesmo, amados, na vossa oitava. Pois onde existem bolsões de concentração da chama violeta e vós na vossa alegria e amor pelos amados Saint Germain e Pórcia e por tudo o que eles fizeram por vós, isto mantém esta chama violeta.
Muito bem, vede, sois como pontos que acendem um mundo inteiro com a chama violeta. Sois praticante um acendedor! E alguém que chegue pode invocar uma única chama violeta e conseguir todo o momentum que ela possui. Assim, a chama violeta será contagiosa! Ela saltará de coração em coração, de continente em continente, de vilarejo em vilarejo!
Compreendeis amados? A nossa meta é ver o planeta Terra tornar-se, tal como ele deveria ser, um planeta violeta!
E assim, Omri–Tas e todos os poderosos seres do Planeta Violeta torcem por vós. É por isto que Alfa veio com a quarta aflição. Pois esta aflição desce para atar as forças do anticristo que aviltam a Mãe Divina na sua progênie e nos seus filhos e filhas.
(Cada ascensão e queda de uma Era, é dividida em quatro fases. No momento estamos vivendo a fase de Kali Yuga que é a fase final e de maior decadência do final de uma era.)
Este julgamento tem que acontecer, pois não permitiremos que os caídos abusem da chama violeta. Pois todas as chamas podem ser abusadas pelos magos negros da senda da mão esquerda, e eles usam-na não para libertar, e sim para aprisionar.
Portanto, sabei disto, amados. E assim chegará o momento em que haverá um limite na quantidade de chama violeta que a Terra poderá receber, a menos que, e até que, estes caídos sejam atados.
Felizes sois vós que compreendeis o conceito dos grandiosos trabalhos dos Elohim de Deus, de forma que podeis realizar um trabalho fácil e um trabalho rápido para atar as forças do Mal que desejam abusar das próprias dádivas de Saint Germain, que ele tão amorosamente concedeu aos seus; pois as forças do Mal já estão abusando delas, assim como abusaram da ciência e da tecnologia e em todas as manifestações desde os dias finais da Atlântida.
E, conforme sabeis, estas manifestações dos abusos da ciência foi na realidade, uma das principais causas do afundamento da Atlântida.
Felizes sois vós quando possuis a iluminação! Podeis considerar que eu vós trouxe a chama violeta mas o que eu vos trouxe foi a chama violeta da chama da iluminação!
Escutai agora o seguinte. Existe a chama violeta do raio azul. Existe a chama violeta do raio amarelo. Existe a chama violeta do raio rosa. Existe a chama violeta do raio branco. Existe a chama violeta do raio verde. Existe a chama da violeta púrpura e dourado salpicado de rubi. E existe a chama violeta do sétimo raio da chama violeta!
Agora, portanto, amados, observai como a chama violeta pode elucidar a mente, o coração, o corpo e o ser, acerca de toda a compreensão, todo o conhecimento, toda a percepção, todos os sentidos, todas as funções dos chakras.
Isto pode acontecer quando são purgados, revivificados e purificados pelo elixir da chama violeta. É porque vedes a cada uma das cores de forma mais brilhante!
Vedes o cristal e o núcleo de fogo branco de cada raio de uma forma mais brilhante!
Assim a chama violeta tem um aspecto em cada um dos sete raios. E ao invoca-la e permitir que ela complemente os sete raios, amados, aprendereis a mais acerca desses raios do que jamais haveis aprendido quando apenas vós concentráveis unicamente nesses raios.
A chama violeta é certamente a aura universal do planeta neste momento, pois muitos anjos, elementais e Guardiães da Chama a invocaram.
Digo que continueis a invoca-la, pois recebereis os maiores de todos os milagres através desta chama e através desta combinada com outras.
Enfatizamos a iluminação, amados, porque, certamente, sem a iluminação, o que existe são simplesmente as trevas absolutas e a noite escura da alma e a noite escura do Espírito, onde não há nenhuma vela.
Trago-vos, juntamente com todos os sacerdócios de Melquizedeque que estão aqui comigo nesta noite — velas, velas de chama violeta.
A cera, ou alguma outra substância semelhante, é da cor da chama violeta e a chama é da cor violeta.
Tomai agora a vossa vela, amados. Segurai-a diante de vós! 

Ficai em paz! Sede um Guardião da Chama! E ide incendiar o mundo com a chama violeta! Eu me inclino diante da chama violeta que está dentro de vós e digo-vos adeus.


Pérolas de Sabedoria VOL.35 No.37
Ditado de Um Porta-Voz da Delegação do Sacerdócio de Melquizedeque, dado a mensageira Elizabeth Clare Prophet 
Correção de tradução e comentários entre (parênteses) - Paulo R Simões –
(foto de Melquizedeque da The Summit Lighthouse)


A IMPORTÂNCIA DA RESPIRACAO



A IMPORTÂNCIA DA RESPIRAÇÃO
Respiração é vida! Essa foi a primeira coisa que você fez ao nascer.

O ser humano é o único que pode mudar a natureza e o padrão da sua respiração.

A respiração varia em cada pensamento, quando estamos com raiva ou medo, ela é diferente. Quando a respiração está agitada, a mente está agitada.
As pessoas não sabem a diferença da respiração na vida comum, e na espiritual. Com uma respiração rítmica e tranquila, pode-se ter uma vida pacífica e feliz.
O controle da respiração, é a forma mais simples de disciplinar a mente e alcançar sucesso na vida. Desenvolver a consciência da respiração é um aspecto importante da meditação.
A respiração é a nossa ligação com Deus, e através desta ligação, podemos atingir a calma e a divindade. Estas qualidades podem ser atingidas através do controle da respiração.
Assim como estiver a respiração, estará a mente. 

Assim como estiver a mente, estará a pessoa.

A mente comanda todas as virtudes e vícios. Mas a respiração controla a mente. Então, o controle da respiração o levará ao controle da mente e à libertação.
Preste atenção em sua respiração, ame-a. Perceba o poder vivo de Deus em cada respiração.
Apenas preste atenção em sua respiração. Esta é a técnica mais fácil e simples. Preste atenção em sua respiração e Ame a Deus em cada respiração!