Mostrando postagens com marcador Catolico. Mostrar todas as postagens

Enchiridion Leonis Papae




 

 

 
Fotos do Grimório original datado de 1740 

Não se tem a data exata do nascimento do Papa Leão III, mas ele foi eleito Papa no dia 26 de Dezembro de 795 e seu pontifício durou até 816 por ocasião de sua morte. 
Foi para Carlos Magno que o Papa leão III organizou este Grimório, para garantir o seu poder temporal na Terra sob todos os homens, todas as mulheres e todas as riquezas! Este poder deveria estar nas mãos de seu protegido, pois ele como Papa deveria manter as aparências. No entanto, enquanto o Carlos Magno dominava à tudo e à todos, não passava de uma marionete nas mãos Papa! 

Veja Abaixo o conteúdo que o Papa Leão III deu de Presente ao imperador Carlos Magno: 

Biografia do Papa Leão III; 

Carta do papa ao Imperador Carlos Magno; 

Conjuro contra todo tipo de encantamentos, malefícios, sortilégios, possessões, obsessões, ligamentos, filtros e tudo quanto puder acontecer à uma pessoa por causa de magia, ou por mediação do demônio e dos maus espíritos. Ainda é proveitosa contra toda desgraça ou enfermidade que possa prejudicar o gado, aves e animais domésticos. 
Pantáculo de São João; 
Pantáculo I; 
Oração para curar um mal ignorado; 
As sete orações misteriosas, para os sete dias da semana, que devem ser rezadas uma por dia começando no domingo. 
Selos das Divindades de cada dia; 
Oração misteriosa para livrar-se de perseguições, processos injustos e sair bem e livre em causas criminais. 
Pantáculo II; 
Oração muito eficaz para alcançar pronta libertação dos que estão presos por qualquer causa exceto por assassinato. 
Conjuro para que uma mulher seja fiel ao seu marido ou para que um esposo seja fiel à sua mulher. 
Pantáculo III; 
Conjuração maravilhosa sobre as armas para não ser ferido por elas; 
Modo de preparar a tabela dos setenta e dois nomes sagrados de Deus; quem a carregar consigo não poderá ser prejudicado por ninguém, nem pelo seu mais mortal inimigo e se verá livre de todo tipo de perigo nas viagens, tanto por terra como por mar. 
Pantáculo IV, 
Oração contra todo tipo de perigo, perdas, tempestades, raios, pestes, fome, cachorros raivosos, bestas ferozes, e ainda para preservar-se de incêndios, terremotos, inundações e de uma morte repentina. 
Pantáculo V; 
Oração mágica de tal virtude que o homem que a recite poderá alcançar a mulher mais bela e rica que encontre entre suas relações, e sendo mulher quem a rezar poderá casar-se com o homem mais bonito e rico que conhecer. 
Conjuração para obter honras e riquezas, ser admitido na casa de Grandes Senhores e conseguir deles todo tipo de favores. 
Nomes da puríssima Virgem Maria. As solteiras que os levarem não se verão jamais enganadas por seus namorados, afugenta as tentações da carne e é de grande virtude para evitar o aborto e partos difíceis para as casadas. 
Oração de São Miguel para as pessoas que viajam por mar. Quem a recitar se verá livre de piratarias, naufrágios e outros acidentes. 
Pantáculo 7 ; 
Pantáculo 6; 
Talismã Divino. Aquele que o levar se verá livre de emboscadas e traições; não poderá ser envenenado e descobrirá os pensamentos mais ocultos das pessoas. 
Amuleto Divino. Aquele que o levar sobre si obterá a proteção dos anjos bons; não morrerá de morte repentina, nem por fogo, nem por água, nem por flechas, nem por espadas, nem por adagas, nem por venenos, nem por raios, além disso, a mulher grávida que o leve sobre seu ventre dará a luz sem dor. 
Oração de são Cipriano para combater todo tipo de feitiços, espantar os maus espíritos do corpo, afastar o demônio, benzer uma casa. É eficaz também contra raios, meteoros, furações, tempestades, etc. 
Pantáculo 8; 
Pentáculo 9; 

Ato de encomendar-se aos quatro evangelistas. Serve para ter sorte no jogo e nos negócios.


Tweet

Arcanjo Rafael


Eu sou RAFAEL, Arcanjo.
Bem amados Filhos do Único, eu sou a Onda que vem aliviar e tornar leve.
Eu sou o Arcanjo que vem curar o que deve sê-lo.
E o que deve ser curado não é qualquer doença, mas, sim, a densidade e a dor da separação.
Eu sou o Arcanjo que, em meio à Onda da Vida, é a Vibrância que vem pôr fim a toda separação.
Eu venho, então, curar o apego à densidade, o apego a uma pessoa, a uma vida.
Eu colaboro para retorná-los ao seu Ser Eterno.
Eu venho pôr fim a toda densidade e a todo peso.
Eu venho aliviar o que deve sê-lo.
Eu acabo, pela minha Onda, em vocês, com toda identificação a qualquer peso.
Iluminando, fazendo com que o peso não exista mais.
Eu sou o alívio de todo peso.
Eu sou a ausência de peso, a ausência de apego, a Inocência e a Infância.
 
*** 
 
Eu sou a Onda que põe fim a toda contingência do que vocês nomeiam (daí onde vocês estão) matéria.
 Não a negando, não a rejeitando, mas, bem mais, transportando o seu olhar de um olhar exterior para a ausência de qualquer olhar.
Porque, tudo o que vocês olham, tudo o que vocês veem, afasta-os do Absoluto.
O olhar (o seu olhar) é projeção.
O olhar é efêmero, como o pensamento, como o corpo, como o ego.
E, no entanto, é em meio ao ‘eu’ que vocês estão que vocês creem transfigurar, vencer e superar a Ilusão.
Não há nada a vencer.
Não há nada a superar.
Há, apenas, que se estabelecer além de todo estado, em sua leveza, em sua Infância, em sua despreocupação e na Eternidade.
Nenhum efêmero poderá conhecer e Ser a Eternidade.
Enquanto vocês se sentem tributários e pesados (neste corpo, neste efêmero), inscritos entre um nascimento e uma morte (que, por essência, é efêmero), vocês não podem pretender qualquer Eternidade, qualquer Absoluto.
 
*** 
 
Eu vou curar, pela Onda da Vida e pelo Som que eu emito em vocês, o sentido de qualquer identidade a um efêmero.
Esse corpo que vocês são está inscrito no efêmero.
Os pensamentos que vocês emitem estão inscritos no efêmero.
A consciência, não contínua e alternante entre a vigília, o sono, o sonho e a Supraconsciência são apenas estados.
Como todo estado, essas consciências são efêmeras.
 
*** 
 
Eu venho aliviar a identidade que vocês creem, a identificação a uma consciência.
Eu permito (pela leveza) a cura.
Somente o efêmero tem necessidade de ser curado.
Porque a Eternidade não conhece qualquer carga, qualquer peso.
A vida sobre este mundo os leva a experimentar (a crer em evoluir, a crer em perceber e conhecer) com o intuito de tranquilizar e de curar, com o intuito de fazê-los apreender-se da singularidade do limite.
Vocês não podem se apreender, no limitado, de qualquer Ilimitado.
Aí está o paradoxo.
O que vocês creem ter, vocês têm.
O que vocês creem ser (e o que vocês são) os impede de viver a Onda da Vida.
Vocês não são nem a consciência, nem a Supraconsciência, nem qualquer efêmero de modo algum.
Quem, de fato, sobre esta Terra, lembra-se de outra coisa senão de outras vidas, também efêmeras?
 
*** 
 
Eu venho liberá-los da contingência e da ignorância.
Porque, quem sabe e quem vive o que vocês foram antes do efêmero e o que vocês São, desde toda Eternidade?
O limitado não pode pretender o Ilimitado.
Aí está a Liberdade.
Aí está a Liberação.
Isso tem por nome, no seu mundo: a Humildade.
Ser tudo (ou ser o Absoluto) é não ser mais nada.
Em todo caso, ninguém efêmero que possa ser chamado pelo seu nome ou sobrenome (que são, certamente, efêmeros), por alguma função (que é, por essência, também, efêmera).
 
*** 
 
Eu sou o Arcanjo da Cura, vindo não curar qualquer efêmero a fim de dissolver um medo de uma doença ou de uma morte.
Mas eu venho curar o medo de todo medo, a dúvida e qualquer dúvida.
Para isso, não há outra possibilidade senão se estabelecer em sua Imanência além da forma, além da densidade, além da carne, mas sem nada renegar.
Simplesmente, pela Onda da Vida, penetrar o que vocês São, além do ser que escuta, que pensa, que respira.
Eu venho restituí-los ao Indizível, além de toda suposição, de toda impossibilidade, além de todo sonho e de todo pesadelo.
Eu sou a Cura que eu posso nomear ‘final’: aquela do fim de toda consciência projetada em um efêmero ou se espelhando no Si.
Nós somos o que está antes mesmo da Consciência.
Nós somos UM, além de toda adesão, de toda experiência, de todo estado, de todo drama e de toda trama.
 
*** 
 
Eu sou o Arcanjo que cura de todo limitado, que cura do não Absoluto.
As palavras pronunciadas são a Vibração do alívio, do espaço onde não existe qualquer espaço, do tempo onde não existe qualquer tempo, além de toda Consciência, de toda Dimensão, de toda forma, de toda identidade, de toda pessoa.
Isso é Liberdade.
Isso é Cura.
Nós sabemos, nós, Arcanjos (que somos vocês), que aí onde vocês estão ainda, o peso, a ignorância como o conhecimento, o sentido de um ‘eu’ ou o sentido de um ‘Si’, são, para a sua consciência, a única evidência e a única realidade.
É a Onda que eu sou que lhes traz esta Libertação, permitindo-lhes desarmarem-se de todo efêmero.
Porque, é claro, o eu tem boas intenções para fazê-los acreditar em sua Eternidade.
Os pensamentos têm boas intenções para fazê-los acreditar que vocês irão adquirir o que, de fato, vocês jamais deixaram.
A consciência tem boas intenções para mostrá-los a Luz como seu futuro.
Mas vocês não têm nada que se tornar porque vocês o São, desde toda Eternidade.
Não há qualquer caminho.
Não há qualquer distância, qualquer separação, qualquer identidade.
 
*** 
 
Eu sou o Arcanjo RAFAEL, aquele que é Livre.
Eu sou a Onda da Liberdade.
Isso é do domínio da sua única responsabilidade.
Liberdade.
Verdade.
Além de todo filtro e de todo véu.
Além de todo corpo, de toda alma, eu posso dizer, com vocês: vocês são a Liberdade.
Somente o olhar pesado (aquele do pensamento, da identidade a um corpo, ao efêmero) tende a fazê-los crer exatamente o inverso.
Eu sou o Arcanjo RAFAEL.
Vocês são a Liberdade e a Absoluta Beleza.
Todo o resto é apenas efêmero.
O efêmero não se apreende, jamais, da Eternidade.
Eu os convido à Cura e à Graça.
Eu sou RAFAEL.
Nós somos o Amor.
 
... Efusão Vibratória / Comunhão ...
 
 
************
Via  




O Milagre de Moisés


Na ilha Jindo, localizada na Coréia do Sul, ocorre um dos fenômenos naturais mais incríveis do mundo, o chamado Milagre de Moisés.

Duas vezes por ano, durante uma maré baixa, um caminho de terra de 2,8 km, com 40 metros de largura é revelado, unindo as ilhas de Jindo e Modo por um período de uma hora.


Este fenômeno ocorre independentemente da velocidade da maré ou das ondas.


Pessoas de todo o mundo vão para testemunhar este milagre e andar pelo caminho marítimo.


Existe uma lenda por trás deste fenômeno coreano. Uma aldeia Jindo foi atacada por tigres e todos os moradores correram para a ilha vizinha, Modo. Todos, com exceção de uma mulher de idade indefesa, que foi deixada para trás. No seu desespero ela orou ao Deus do Mar, que dividiu o mar e ajudou a escapar dos sanguinários animais.
Fonte: Autor Desconhecido.


História do Carnaval

                      Carnaval é uma festa que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C.. Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica em 590 d.C. . É um período de festas regidas pelo ano lunar no cristianismo da Idade Média. O período do carnaval era marcado pelo "adeus à carne" ou do latim "carne vale" dando origem ao termo "carnaval". Durante o período do carnaval havia uma grande concentração de festejos populares. Cada cidade brincava a seu modo, de acordo com seus costumes. O carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX. A cidade de Paris foi o principal modelo exportador da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como Nice, Nova Orleans, Toronto e Rio de Janeiro se inspirariam no carnaval parisiense para implantar suas novas festas carnavalescas. Já o Rio de Janeiro criou e exportou o estilo de fazer carnaval com desfiles de escolas de samba para outras cidades do mundo, como São Paulo, Tóquio e Helsinque, capital da Finlândia.

O carnaval do Rio de Janeiro está no Guinness Book como o maior carnaval do mundo. Em 1995, o Guinness Book declarou o Galo da Madrugada, da cidade do Recife, como o maior bloco de carnaval do mundo.

História e origem
                      A festa carnavalesca surgiu a partir da implantação, no século XI, da Semana Santa pela Igreja Católica, antecedida por quarenta dias de jejum, a Quaresma. Esse longo período de privações acabaria por incentivar a reunião de diversas festividades nos dias que antecediam a Quarta-feira de Cinzas, o primeiro dia da Quaresma. A palavra "carnaval" está, desse modo, relacionada com a ideia de deleite dos prazeres da carne marcado pela expressão "carnis valles", que, acabou por formar a palavra "carnaval", sendo que "carnis" em latim significa carne e "valles" significa prazeres.


Em geral, o carnaval tem a duração de três dias, os dias que antecedem a Quarta-feira de Cinzas. Em contraste com a Quaresma, tempo de penitência e privação, estes dias são chamados "gordos", em especial a terça-feira (Terça-feira gorda, também conhecida pelo nome francês Mardi Gras). O termomardi gras é sinônimo de Carnaval.
Carnaval de Veneza, Itália.

O carnaval da Antiguidade era marcado por grandes festas, onde se comia, bebia e participava de alegres celebrações e busca incessante dos prazeres. O Carnaval prolongava-se por sete dias na ruas, praças e casas da Antiga Roma, de 17 a 23 de dezembro. Todas as actividades e negócios eram suspensos neste período, os escravos ganhavam liberdade temporária para fazer o que em quisessem e as restrições morais eram relaxadas. As pessoas trocavam presentes, um rei era eleito por brincadeira e comandava o cortejo pelas ruas (Saturnalicius princeps) e as tradicionais fitas de lã que amarravam aos pés da estátua do deus Saturno eram retiradas, como se a cidade o convidasse para participar da folia.

No período do Renascimento as festas que aconteciam nos dias de carnaval incorporaram os baile de máscaras, com suas ricas fantasias e os carros alegóricos. Ao caráter de festa popular e desorganizada juntaram-se outros tipos de comemoração e progressivamente a festa foi tomando o formato atual. 

Fonte: Wikipedia

Atrocidades Bíblicas !



ATROCIDADES BÍBLICAS

EXODUS 21:20-21 Com a aprovação divina, um escravo pode ser surrado até a morte sem punição para o seu dono, desde que o escravo não morra imediatamente.

EXODUS 32:27 "Cada um ponha a sua espada sobre a sua coxa; e passai e tornai pelo arraial de porta em porta e mate cada um a seu irmão, e cada um a seu amigo, e cada um a seu 
próximo. E os filhos de Levi fizeram conforme a palavra de Moisés; e caíram do povo aquele dia uns 3.000 homens."

LEVÍTICO 26:22 "Enviarei as feras dos campos as quais lhes deixarão sem os seus filhos."
LEVÍTICO 26:29, DEUTERONOMIO 28:53, JEREMIAS 19:9, EZEQUIEL 5:8-10 Como punição, o Senhor fará com que as pessoas comam a carne de seus próprios filhos, filhas, pais e amigos.
NUMEROS 12:1-10 Deus faz com que Miriam fique leprosa por sete dias por ela e Arão terem falado mal de Moisés.
NUMEROS 15:32-36 Um homem que no Sábado estava pegando gravetos de lenha para uma simples fogueira é apedrejado até a morte segundo a ordem de Deus.
NUMEROS 16:49 Uma praga divina mata 14.700 pessoas.
NUMEROS 21:3 Com o apoio divino os Israelitas destroem todos os Cananeus.
NUMEROS 21:6 Deus manda serpentes ardentes para matar muitos Israelitas.
NUMEROS 21:35 Com o apoio divino os Israelitas matam Ogue, seus filhos e todo o seu povo até não haver sequer um sobrevivente.
NUMEROS 25:4 "Disse Deus a Moisés: Toma todos os cabeças do povo e enforca-os ao Senhor diante do Sol, e o ardor da ira do Senhor se retirará de Israel."
NUMEROS 25:8 "Com uma lança Finéias vai até uma tenda e mata um próprio israelita e a sua mulher ferindo-os na barriga, cessando assim a praga sobre os filhos de Israel."
NUMEROS 25:9 Uma outra praga divina mata 24.000 pessoas.
NUMEROS 31:17-18 Moisés, seguindo ordem divina, ordena que os Israelitas matem todos os filhos homens dos Midianitas e todas as mulheres que já tenham conhecido homem. (Como iam saber quais as mulheres que já tinha conhecido homens?)

NUMEROS 31:31-40 Os Israelitas capturam 32.000 virgens como pilhagem na guerra. 32 são 
colocadas de lado (para serem sacrificadas?) como um tributo ao Senhor.

DEUTERONOMIO 2:33-34 Os Israelitas destroem completamente os homens, mulheres e crianças de Siom.
DEUTERONOMIO 7:2 Deus dá conselho aos Israelitas para destruir totalmente, sem piedade, todos que tiverem que enfrentar.

DEUTERONOMIO 20:16 "Das cidades destas nações, que o Senhor teu Deus te dá em herança, 
nenhuma coisa que tem fôlego deixarás com vida".

DEUTERONOMIO 21:10-13 A mulher prisioneira: Com aprovação divina, os Israelitas podem pegar as "mulheres formosas" do inimigo e as levarem para suas casas para serem suas mulheres. Suas cabeças devem ser raspadas e suas unhas devem ser cortadas e depois "entrarás a ela e tu serás teu marido e ela tua mulher". Caso não se contente com ela, podem deixá-la partir, desde que não a vendam.
 DEUTERONOMIO 28:53 "E comerás o fruto do teu ventre, a carne de teus filhos e de tuas filhas que te der o Senhor teu Deus, no cerco e no aperto com que os teus inimigos te apertarão".
JOSUÉ 6:21-27 Com aprovação divina, Josué destrói com o fio da espada os homens, mulheres e crianças da cidade de Jericó.
JOSUÉ 7:19-26 Acã, seus filhos e seu gado são apedrejados até a morte por Josué, só por ter pego despojos dos babilônios.
JOSUÉ 8:22-25 Com aprovação divina, Josué destrói todo o povo de Ai, matando 12.000 homens e mulheres, sem que nenhum escapasse.
JOSUÉ 10:10-27 Com aprovação divina, Josué destrói todo os Gibeonitas.
JOSUÉ 10:28 Com aprovação divina, Josué destrói todo o povo de Maqueda.
JOSUÉ 10:30 Com aprovação divina, Josué destrói todo o povo de Libna.
JOSUÉ 10:32-33 Com aprovação divina, Josué destrói todo o povo de Laquis.
JOSUÉ 10:34-35 Com aprovação divina, Josué destrói todo o povo de Eglom.
JOSUÉ 10:36-37 Com aprovação divina, Josué destrói todo o povo de Hebrom.
JOSUÉ 10:38-39 Com aprovação divina, Josué destrói todo o povo de Debir.
JOSUÉ 11:21-23 Com aprovação divina, Josué destrói todo o povo de Anakim.

JOSUÉ 10:40 "Assim feriu Josué toda aquela terra, as montanhas, o sul, e as campinas, e as descidas das águas, e a todos os seus reis. Nada deixou de resto; mas tudo o que tinha fôlego 
destruiu, como ordenara o Senhor Deus de Israel."

 JOSUÉ 11:6 O senhor ordena o mutilamento (corte dos tendões das pernas) dos cavalos.
 JUÍZES 1:6 Com aprovação divina, Judá persegue Adoní-Bezeque e lhe corta os polegares e os dedões do pé.
 JUÍZES 1:8 Com aprovação divina, Judá põe fogo em Jerusalém.
 JUÍZES 3:29 Os Israelitas matam 10.000 moabinitas.
 JUÍZES 7:19-25 O povo de Gideão destrói os Midianitas, cortam as cabeças de seus príncipes e as trazem para Gideão.
JUÍZES 16:27-30 Sansão, com a ajuda de Deus, derruba os pilares e causa sua própria morte e a de 3.000 homens e mulheres.
JUÍZES 19:22-29 Um grupo de depravados sexuais batem na porta de um ancião pedindo para que ele lhes entregue um homem que ali tinha entrado. Ao invés disso o homem lhes oferece sua filha virgem e a concubina do homem. "Eis que a minha filha virgem e a concubina dele tirarei para fora; humilhai-as a elas, e fazei delas o que parecer bem aos vossos olhos, porem a este homem não façais loucura semelhante." O homem lhes entrega a concubina. Eles a usam até o amanhecer. Depois disso o homem corta seu corpo em doze partes e envia cada uma das partes para cada uma das doze tribos de Israel.
1SA 18:27 David mata 200 filisteus e lhes corta os prepúcios.
SAMUEL II 4:7-8 Recabe e Baaná matam Isbosete, que estava deitado, e o decapitaram e levaram sua cabeça de presente para David.
SAMUEL II 4:12 David manda matar Recabe e Baaná e manda lhes cortar suas mãos e seus pés e pendurar seus corpos sobre um tanque.
SAMUEL II 8:4 David mutila inúmeros cavalos, cortando-lhes os tendões,.
SAMUEL II 8:5 David mata 22.000 Sírios.
SAMUEL II 8:13 David mata 18,000 Edomitas no vale do sal e faz o restante de escravos.
SAMUEL II 10:18 David mata mais de 40.000 Sírios.
SAMUEL II 11:14-27 David arma um plano para matar Urias de forma que possa desposar sua esposa.
SAMUEL II 12:1, 19 Deus mata o filho de David pelos pecados que ele cometera.
SAMUEL II 13:1-15 Amnon se apaixona por sua própria irmã Tamar, a estupra e depois a odeia.
SAMUEL II 13:28-29 Absalão irmão de Amnom manda matar Amnom.
SAMUEL II 18:6-7 20.000 homens são mortos numa batalha no bosque de Efraim.
SAMUEL II 18:15 Os soldados de Joab matam Absalão.
SAMUEL II 20:10-12 Os soldados de Joab matam Amasa e deixam-no esvaindo em sangue no meio da rua.
SAMUEL II 24:15 Deus manda uma peste que mata 70.000 homens em Israel.
REIS I 2:24-25 Salomão manda matar Adonias.
REIS I 2:29-34 Salomão manda matar Joab.
REIS I 2:46 Salomão manda matar Simei.
REIS I 13:15-24 Um homem é morto por um leão por ter comido pão e bebido água num lugar onde o Senhor lhe tinha proibido. Isso apesar do fato do homem ter sido enganado por um profeta que lhe dissera que um anjo do Senhor o tinha permitido comer e beber naquele local.
REIS I 20:29-30 Os Israelitas matam 100.000 Sírios em um dia. Um muro cai em cima dos 27.000 Sírios restantes.
REIS II 2:23-24 42 crianças são despedaçadas e mortas por ursos por terem zombado de um homem de Deus que por isso os teria amaldiçoado.
REIS II 5:27 Eliseu amaldiçoa eternamente com lepra Geazi e todos os seus descendentes.
REIS II 6:18-19 Atendendo as súplicas de Eliseu, o Senhor cega os Sírios que assim são enganados por Eliseu.
REIS II 6:29 "Cozemos pois o meu filho e o comemos. Mas dizendo-lhe eu ao outro dia: Dá cá o teu filho, para que o comamos; escondeu o seu filho."
REIS II 9:30-37 Jeú faz com que Jezabel seja morta. Seu corpo é pisoteado por cavalos. Sua carne é comida pelos cachorros. Dela só restam a caveira, os pés e as palmas das mãos.
REIS II 10:7 Jeú mata 70 filhos de Acabe, suas cabeças são cortadas e colocadas em cestos e enviadas para o seu pai.
REIS II 10:14 Jeú manda matar 43 parentes de Acabe.
REIS II 11:1 Atalia destrói toda uma família real.
REIS II 14:5, 7 Amazias mata seus servos e 10.000 edomitas.
REIS II 15:16 Menaem corta ao meio todas as mulheres grávidas.
REIS II 19:35 Um anjo do Senhor mata 185.000 assírios numa só noite.
CRONICAS I 20:3 "Então David fez serrar o povo com a serra e cortar com talhadeiras de ferro e com machados; e assim fez David com todas as cidades dos filhos de Amom."
2CH 13:17 500.000 Israelitas são assassinados.
PS 137:9 Feliz o homem que arrebentar os seus filhinhos de encontro às rochas.
IS 13:15 "Todo o que for achado será traspassado; e todo o que for apanhado, cairá a espada. E suas crianças serão despedaçadas perante os seus olhos; as suas mulheres violadas."
ISAIAS 13:18 "E os seus arcos despedaçarão os mancebos, e não se compadecerão do fruto do ventre; o seu olho não poupara os filhos."
ISAIAS 14:21-22 "Preparai a matança para os filhos por causa da maldade de sues pais."
ISAIAS 49:26 O Senhor faz com que os opressores do povo israelita comam sua própria carne e fiquem bêbados de seu próprio sangue, como se fosse vinho."
JEREMIAS 16:4 Segundo Deus "Morrerão de enfermidades dolorosas, e não serão pranteados nem sepultados; servirão de esterco para a terra; e pela espada e pela fome serão consumidos, e os seus cadáveres servirão de mantimento às aves do céu e aos animais da terra."
LAMENTAÇÕES 4:9-10 "...As mãos das mulheres piedosas cozeram seus próprios filhos; serviram-lhes de alimento na destruição..."

EZEQUIEL 6:12-13 O Senhor diz: "... o que estiver longe morrerá de peste, e o que está perto morrerá pela espada, e o que ficar de resto e cercado morrerá de fome; cumprirei o meu furor 
contra eles ...."

EZEQUIEL 9:4-6 Ordem do Senhor: "sem compaixão... matai velhos, mancebos, e virgens, e meninos, e mulheres, até exterminá-los...."
EZEQUIEL 21:3-4 O Senhor diz que exterminará tanto o justo quanto o ímpio, ferindo-lhes a carne com sua espada.
EZEQUIEL 23:25, 47 Deus irá matar os filhos e as filhas de todas que foram prostitutas.
OZEAS 13:16 "seus filhos serão despedaçados, e as suas mulheres grávidas serão abertas pelo meio."


Nacionalidade de Adão e Eva



A NACIONALIDADE DE ADÃO E EVA



Um alemão, um francês, um inglês e um brasileiro, apreciam o quadro de Adão e Eva no Paraíso.

O alemão comenta:
- Olhem que perfeição de corpos:
Ela, esbelta e espigada;
Ele, com este corpo atlético, os músculos perfilados.
Devem ser alemães.


Imediatamente, o francês contesta :
- Não acredito. É evidente o erotismo que se desprende das figuras…
Ela, tão feminina…
Ele, tão masculino…
Sabem que em breve chegará a tentação…
Devem ser franceses.


Movendo negativamente a cabeça o inglês comenta :
- Que nada! Notem a serenidade dos seus rostos, a
delicadeza da pose, a sobriedade do gesto.
Só podem ser ingleses. Depois de alguns segundos mais, de contemplação silenciosa,

O brasileiro declara :
- Não concordo. Olhem bem:
não têm roupa,
não têm sapatos,
não têm casa,
estão na merda…
Só têm uma única maçã para comer.
Mas não protestam ,
Aindaestão pensando em sacanagem e pior,
Acreditamque estão no Paraíso .
Só podem ser brasileiros…



Origem de Corpus Christi

DIA DE CORPUS CHRISTI
O dia de Corpus Christi acontece 60 dias após a Páscoa, que cai sempre numa quinta-feira.
É uma data comemorativa criada pelo Papa Urbano V, no ano de 1240.
Maria partiu para visitar Isabel: a primeira procissão do Corpus Christi
Naqueles dias, Maria pôs-se a caminho para a região montanhosa, dirigindo-se pressadamente a uma cidade de Judá. 

A fórmula "naqueles dias", freqüente em Lucas, é usada aqui para interligar o relato da visita a Isabel com o relato anterior do anúncio do anjo e com o cântico do Magnificat que segue.

Depois de seu consentimento, Maria ficou grávida de Jesus e foi invadida por uma alegria literalmente entranhável. No seu seio começou a crescer, nutrido com seu sangue, o Verbo que assumiu nossa carne. A primeira palavra da saudação do anjo,"Alegra-te!", tornou-se em Maria uma realidade visceral.
Depois de permanecer durante alguns momentos em silêncio, agradecendo e adorando, Maria sentiu a necessidade imperiosa de comunicar sua imensa alegria aos outros.
Aquela que se definiu a si mesma como "a Serva do Senhor" é apresentada como protagonista do relato da visita a Isabel desde o início.
Ela é o sujeito dos quatro verbos dos dois primeiros versículos: "Pôs-se a caminho", "foi com toda pressa", "entrou na casa de Zacarias", "saudou Isabel".
O verbo "pôr-se a caminho" tem em Lucas o significado teológico de disponibilidade e obediência aos planos de Deus.
A prontidão de Maria é ainda mais enfatizada pelo uso da preposição "para" (eis), repetida três vezes nos dois versículos.
A expressão "apressadamente" não quer descrever o estado psicológico de Maria, nem acentuar, primária e diretamente, a presteza externa com que parte.
O que o evangelista quer sublinhar é a atitude interior de fé e de obediência de Maria. Sua "pressa" está dinamizada pelo fervor interior, pela alegria e, sobretudo, pela fé.
Maria parte para as montanhas de Judá, não para verificar o que lhe foi dito pelo anjo, mas movida pelo desejo de ver o que Deus operou em Isabel, para congratular-se com ela, para com ela partilhar a graça que ela própria recebeu e para ajudar sua parenta nos últimos meses da gravidez.
A autocompreensão e a conduta de Maria, "a Serva do Senhor", antecipam a autocompreensão e a prática de Jesus, que veio "não para ser servido, mas para servir".

Durante a longa viagem de Nazaré a Ain Karim, Maria recorda as palavras do diálogo com o anjo, "ponderando-as no seu coração".

Toda a sua atenção está voltada para o "Filho do Altíssimo" que carrega no seu seio. Jesus, nosso Salvador, está sendo incessantemente gestado, nutrido e carregado no seio de Maria de Nazaré, uma mulher de nossa raça.
Podemos dizer, portanto, com J. L. Martín Descalzo, que a viagem de Maria de Nazaré até as montanhas da Judéia foi "a primeira procissão do Corpus Christi".
O corpo da Virgem de Nazaré foi o ostensório vivo que carregou pela primeira vez o corpo de Cristo, ostensório mais precioso que todos os que serão feitos, de ouro e de pedras preciosas, pelos mais famosos ourives ao longo dos séculos.
Reflitamos sobre nós mesmos. Se realmente acreditarmos que Jesus - agora já ressuscitado - está dentro de nós, nossa atenção estará, como esteve a de Maria, centrada nele; ele será nosso tesouro e nós seremos seus portadores. À medida, porém, em que, como Maria, fizermos a experiência de ter sido agraciados por Deus, não ficaremos fechados em nós mesmos, mas sairemos para proclamar as maravilhas que Deus operou em nós.
Iremos ao encontro dos outros para partilhar com eles nossa alegria e para nos alegrar com as bênçãos que eles receberam. Em outras palavras, quem experimentou a presença do Salvador, não o guarda só para si; leva-o aos que estão longe, leva-o aos que estão esperando por ele, mesmo que o caminho seja longo e ainda que seja necessário enfrentar toda sorte de dificuldades e obstáculos. 

Fonte: www.maeyemanjaebaianozeferino.com.br

PROFECIA DE MELQUISEDEQUE




PROFECIA DE MELQUISEDEQUE



Por Editor VOPUS   
PROFECIA DE MELQUISEDEQUE Melquisedeque, um nome rodeado de mistérios e mágicas
 lendas, venerado e conhecido em diversas culturas.
 Na Bíblia é citado numerosas vezes como Rei de Salém, e
 na tradição hebraica aparecem menções em diferentes livros
 tais como o Zohar e o Midrash Rabba. É conhecido pelos
 povos orientais, temido pelos mongóis e venerado pelos lamas
 budistas dessas terras.
O Dr. Ferdinand Ossendowski, um ilustre viajante, homem da ciência e
 escritor, narra o seguinte em sua clássica obra de viagens
“Bestas, Homens e Deuses” (1924):
Quando a caravana atravessava as estepes da Ásia Central, próximo a Tzagan-Luk, o
guia mongol exclamou de repente: “Alto, detenham-se!”, e logo depois se jogou de
seu camelo sussurrando o clássico mantram budista “OM MANI PADME HUM”.
Algo incrível acontecia naquele momento. O ar vibrava docemente e trazia consigo
uma canção de amor e paz que alcançava, de imediato, o coração.
 A terra e o céu pareciam conter o alento. Até Dr. Ferdinand Ossendowski - PROFECIA DE MELQUISEDEQUEos animais percebiam: os pássaros cessavam
 seu vôo e pousavam, os camelos paravam as orelhas, os cavalos
permaneciam imóveis e atentos, os cachorros cessavam seus latidos e
os iaques se puseram ao solo. Todos os pastores mongóis se ajoelharam
 e oraram fervorosamente enquanto se sentia essa paz absoluta: até o
 vento incessante da região deixou de soprar.
Era um estado de coisas portentoso, uma calma e paz inusitadas,
 sobretudo para os ocidentais.
Quando o êxtase coletivo cessou, os mongóis explicaram a Ossendowski o
que acontecera. Tinham se aproximado do Mistério dos Mistérios, ao reino
 subterrâneo do Rei do Mundo, justo no momento em que este se encontrava
em meditação.

Como é fácil compreender, não é extensa a informação que Ossendowski pôde
obter daqueles homens. Aqueles mongóis sabiam que os lamas guardavam
zelosamente o segredo do Rei do Mundo e castigavam com severidade aqueles
 que divulgavam tais coisas.
Mas, e aqui há mais um mistério, o testemunho recolhido por Ossendowski naquela
oportunidade coincide notavelmente com o exposto no livro “Mission de l’Inde” pelo
Marquês Saint-Yves d’Alveydre (1910), e também com o narrado por outro autor
menos prestigiado, Louis Jacolliot, em “Les Fils de Dieu” e “Le Spiritisme dans le Monde”.
PROFECIA DE MELQUISEDEQUE - Mongolia
Os três autores mencionados falam de Agharti ou Agharta, nome que indica, em
língua tibetana, o misterioso reino subterrâneo onde reside o Rei do Mundo.
Ossendowski conta que em visita ao monastério de Narabanchi, na Mongólia, encontrou
uma surpreendente profecia que Melquisedeque (o Gênio da Terra) deixou nesse mesmo
lugar em que visitara no ano 1890. Eis aqui:
Cada dia mais os homens se esquecerão de suas almas e se ocuparão de seus corpos.
A maior corrupção reinará na terra. Os homens se assemelharão a animais ferozes,
sedentos de sangue dos seus irmãos.
A meia-lua se apagará e seus adeptos se sumirão na mendicidade e na guerra perpétua.
Seus conquistadores serão feridos pelo sol, mas não subirão duas vezes.
Acontecerá com eles a pior das desgraças e acabarão entre insultos aos olhos dos demais povos. PROFECIA DE MELQUISEDEQUE - Melquisedeque
As coroas dos reis, grandes e pequenos, cairão.
Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito...
Haverá uma guerra terrível entre todos os povos.
Os oceanos ficarão vermelhos...
A terra e o fundo dos mares se cobrirão de esqueletos,
os reinos serão fracionados, nações inteiras morrerão...
A fome, a doença, os crimes desconhecidos pelas leis...
Tudo quanto o mundo ainda não contemplou.
Virão então os inimigos de Deus e do espírito divino os quais jazem
nos próprios homens. Aqueles que levantam a mão sobre outro, perecerão também.
Os esquecidos, os perseguidos se sublevarão e chamarão a atenção do mundo inteiro.
 Haverá nevoeiros e tempestades, as montanhas descobertas se cobrirão de bosques.
A Terra tremerá... Milhões de homens trocarão as correntes da escravidão e
as humilhações pela fome, pelas doenças e pela morte.
Os antigos caminhos se encherão de multidões que irão de um lugar a outro.
As maiores e mais formosas cidades perecerão pelo fogo... uma, duas, três...
O pai lutará com o filho, o irmão com o irmão, a mãe com a filha.
 O vício, o crime, a destruição dos corpos e das almas imperarão sem freios...
As famílias se dispersarão... A fidelidade e o amor desaparecerão...
De dez mil homens, apenas um sobreviverá... um louco, nu, faminto e sem forças,
que não saberá construir uma casa nem lhe proporcionar alimento...
Uivará como um lobo raivoso, devorará cadáveres, morderá sua própria carne e, irado, desafiará Deus...
A Terra será despovoada. Deus a largará de sua mão.
Sobre ela apenas a noite e a morte espalharão seus frutos.
Então surgirá um povo até agora desconhecido que, com punho forte,
arrancará as más ervas da loucura e do vício e conduzirá os que permaneceram fiéis
ao espírito do homem, à batalha contra o mal. Fundarão uma nova vida na terra
purificada pela morte das nações.
Dentro de cinquenta anos não terá mais que três novos grandes reinos que viverão
felizes durante setenta e um anos. Em seguida virão dezoito anos de guerras e cataclismos...
Depois, os povos de Agharti sairão de suas cavernas subterrâneas e aparecerão na superfície da terra.
No último parágrafo, através de uma atenta leitura, Óscar Uzcategui descobriu que
Melquisedeque dava uma data e alguns dados muito precisos para essa profecia.
 Vejamos:

A profecia foi escrita pelo Senhor do Mundo no ano 1890. Desse modo, quando Melquisedeque
diz “dentro de 50 anos não haverá mais que três
novos grandes reinos”, está falando de 1940, isto é, da Segunda Guerra Mundial.

Apareceram então três novos grandes reinos: Europa, Rússia e EUA.
Depois diz que “viverão felizes durante setenta e um anos”. Isto é: 1940 mais
 71 dão 2011. E neste ano fatídico “em seguida virão dezoito anos de guerras e cataclismos”. 

Assim nos diz que estamos às portas de um conflito mundial que terá conseqüências
horrorosas, nunca vistas, e que terá uma duração de 18 anos: de 2011 até 2029.
Posteriormente, haverá uma regeneração e começará um novo ciclo, mas não sem
 que antes haja uma involução e destruição, como dizem tantas profecias
e religiões do mundo.


PROFECIA DE MELQUISEDEQUE-Guerras




O Mestre e o Apóstolo


O Mestre e o Apóstolo



Luminosa, a coerência entre o Cristo e o Apóstolo que lhe restaurou a palavra.
 Jesus, o Mestre.
 Kardec, o Professor.
 Jesus refere-se a Deus, junto da fé sem obras.
 Kardec fala de Deus, rente às obras sem fé.
 Jesus é combatido, desde a primeira hora do Evangelho, pelos que se acomodam na sombra.
 Kardec é impugnado desde o primeiro dia do Espiritismo, pelos que fogem da luz.
 Jesus caminha sem convenções.
 Kardec age sem preconceitos.
 Jesus exige coragem de atitudes.
 Kardec reclama independência mental.
 Jesus convida ao amor.
 Kardec impele à caridade.
 Jesus consola a multidão.
 Kardec esclarece o povo.
 Jesus acorda o sentimento.
 Kardec desperta a razão.
 Jesus constrói.
 Kardec consolida.
 Jesus revela.
 Kardec descortina.
 Jesus propõe.
 Kardec expõe.
 Jesus lança as bases do Cristianismo, entre fenômenos mediúnicos.
 Kardec recebe os princípios da Doutrina Espírita, através da mediunidade.
 Jesus afirma que é preciso nascer de novo.
 Kardec explica a reencarnação.
 Jesus reporta-se a outras moradas.
 Kardec menciona outros mundos.
 Jesus espera que a verdade emancipe os homens; ensina que a justiça atribui a cada um pelas próprias obras e anuncia que o Criador será adorado, na Terra, em espírito.
 Kardec esculpe na consciência as leis do Universo.
 Em suma, diante do acesso aos mais altos valores da vida, Jesus e Kardec estão perfeitamente conjugados pela Sabedoria Divina.
 Jesus, a porta.
 Kardec, a chave.

 Livro: Opinião Espírita
Emmanuel / Francisco Cândido Xavier

 Paz e Luz
LiGia


A HISTÓRIA DA PÁSCOA


A HISTÓRIA

A maioria das tradições do feriado religioso da Páscoa está contida nos rituais pagãos, o que gerou grande variedade de lendas, ícones, símbolos e costumes, que passaram a fazer parte da celebração. 

Séculos antes do nascimento de Cristo as tribos pagãs da Europa adoravam a bela deusa da primavera - EE-ah-tra, depois Eostre. Festivais para celebrar o nascimento da primavera eram organizados em honra da entidade no final de março, tempo do equinócio de inverno no hemisfério norte. 

Filólogos acreditam que a palavra Eostre evoluiu em inglês para Easter e em alemão para Ostern, que significam Páscoa. Outros associam a palavra Easter com o nascer do sol no Este. 

A Páscoa já era celebrada pelos judeus antes mesmo do nascimento de Jesus, com outro sentido: o de liberdade, após anos de escravidão no Egito. 

Para nossa civilização cristã, "Páscoa" tem origem hebraica (Pessach) e significa passagem pois celebra o renascimento de Jesus Cristo e sua ascensão ao céu, dois dias depois da morte na cruz (sexta-feira santa).


DATAS CONTRADITÓRIAS 

Os cristãos e judeus celebravam a Páscoa/Pessach no mesmo dia. Os cristãos, sempre muito ligados a tradições, desejavam unificar a suas celebrações de Páscoa e fizeram articulações nesse sentido. 

As Igrejas (ortodoxa e romana) aceitaram mudar o dia do Pessach, mas a data permaneceu em aberto. 

O Imperador Constantino I, que havia aderido ao cristianismo pediu que o Papa Gregório XIII aproveitasse o encontro líderes religiosos ecumênicos no Concílio de Nicea, na Ásia Menor (atual Turquia) em 20 de maio de 325, para fixar uma data oficial: o primeiro domingo após a primeira lua cheia a partir do primeiro dia de primavera. 

Como o Concílio não conseguia chegar a um acordo, Constantino enviou cartas aos líderes que não haviam comparecido. As cartas pedindo uma celebração uniforme ignoravam o calendário judaico (e seu Pessach) sob a alegação de que os judeus rejeitavam Cristo. 

Por falta de consenso, as celebrações prosseguiram em datas diferentes: as Igrejas do leste europeu (ortodoxas) passaram a seguir o calendário Juliano. As do oeste (romanas) adotaram as determinações do Papa Gregório. 



OVOS DE PÁSCOA 

O ovo é considerado a mais perfeita embalagem natural. Em diversas culturas também simboliza o começo do universo. Os sacerdotes druidas escolheram o ovo como símbolo de sua seita. Outra corrente assegura que o ovo é símbolo pascal inspirado no costume chinês de colorir ovos de pata, para celebrar a vida que deles se origina. 

Ovos eram cozidos e comidos durante os festivais do antigo Egito, Pérsia, Grécia e Roma. Coloridos, eram presenteados para celebrar a chegada da florida primavera, depois do inverno branco no Hemisfério Norte. 

Estas culturas tinham o ovo como emblema do universo, a palavra da suprema divindade, o princípio da vida. 

Vários costumes associados à Páscoa não existiam até o século XV. 

Acredita-se que os missionários e os cruzados trouxeram para a Europa Ocidental o costume de presentear com ovos. Na época medieval, eram pintados de vermelho para representar o sangue de Cristo. 

Os cristãos adotaram esta tradição e o ovo passou a ser o símbolo da tumba da qual Jesus ressuscitou. 

Ovos de chocolate começaram a aparecer no século XVII. Ovos de plástico recheados de ovos de chocolate ou bombons surgiram na década de 60.



COELHO DA PÁSCOA 

O coelho simbolizando a Páscoa também tem origem anglo-saxônica e pré-cristã - simboliza a fecundidade. 

Lebres e coelhos eram associados à abundância da nova vida, após um inverno de privações. Na verdade era uma lebre – que já nasce com os olhos abertos - e não um coelho que simbolizava a Páscoa. 

Desde a antiguidade, a lebre, cuja gestação dura apenas um mês, era a representação da Lua, que neste mesmo espaço de tempo passa da escuridão da Lua Nova ao brilho da lua Cheia. 

A última Lua cheia após o equinócio de inverno determinava a data da Páscoa. Também de acordo com as lendas, o coelho de Páscoa era um belo pássaro que pertencia à deusa Eostre e, um dia, transformou-se. Como no mago - continuava pássaro, o coelho continuava a construir seu ninho e o enchia de ovos. 

As crianças suíças acreditam que um cuco traz os ovos, as tchecas esperam que uma cotovia lhes traga presentes e as alemãs possuem outras duas opções, além do coelho : galos ou cegonhas. 

No Brasil, tradição do coelho e dos ovos de Páscoa data do início do século XX. Foi trazida, em 1913, por imigrantes alemães.


LÍRIO DA PÁSCOA 

O lírio - símbolo da pureza pela sua cor e delicada forma -também simboliza inocência e a vida junto a Deus.



AS PARADAS DE PÁSCOA 

Nos primeiros tempos do cristianismo, aqueles que eram batizados durante a quaresma, usavam roupas brancas durante a semana da Páscoa como um símbolo da nova vida em Cristo. 

Os já batizados usavam roupas novas neste mesmo período indicando a vivência de um novo tempo. Roupas novas e Páscoa eram símbolos da graça divina. 

Durante a Idade Média na Europa, as pessoas formavam multidões no Domingo de Páscoa, usando suas roupas novas, daí começando a tradição das Paradas. 

Os norte-americanos acreditam que quem usa roupa nova no Domingo de Páscoa, terá boa sorte durante o resto do ano.



CORDEIRO DA PÁSCOA 

Prato tradicional do jantar de Páscoa, veio da tradição do Pessach judaico. 

Borboletas também são usadas para significar renascimento, seu ciclo evolutivo a partir da crisálida é único no mundo animal. O estágio de casulo representa a crucificação e enterro de Jesus. O produto final, o lindo inseto voador, é associado à ressurreição.



BREVE HISTÓRIA DO CHOCOLATE 

O cultivo do cacau começou nas civilizações que habitavam os atuais territórios do México e da Guatemala. 

Os astecas e maias, habitantes daquelas regiões, acreditavam que o Deus Quetzalcoatl - personificação da sabedoria e do conhecimento - trouxera dos céus as sementes sagradas, um verdadeiro alimento dos deuses. 

Em 1519, o explorador espanhol Fernão Cortez, impressionado com a mística que envolvia chocolate e a fama de seu poder afrodisíaco, estabeleceu no México uma plantação de cacau para o Rei Carlos V. Começou a trocar sementes de cacau por ouro, bem que não tinha o menor valor para o povo asteca. 

O governo espanhol monopolizou o comércio de chocolate, estabelecendo impostos muito altos, o que fez com que se transformasse em bebida das classes privilegiadas 

A França começou a cultivar cacau na Martinica. O plantio chegou à Jamaica, Trinidad e São Domingos e, posteriormente, às Filipinas e outras regiões da Ásia. A princesa espanhola Maria Teresa, mulher de Luís XIV, introduziu o hábito de tomar chocolate na corte francesa, o que logo se tornou moda. 

A comercialização do pó começa após o invento da prensa pelo químico holandês Coenraad van Houten, juntamente com a manteiga de cacau. 

Em 1819, François Louis Cailler abre a primeira fábrica de chocolates suíços. 

Em 1826, aparece o chocolate misturado com avelãs moídas, idéia de Philipp Suchard. 

Em 1875, Daniel Peter e Henri Nestlé inventam o chocolate ao leite. 

O produto final foi cada vez se aperfeiçoando: mais macio, saboroso e cheio de ingredientes. Uma análise detalhada do chocolate revela que raramente é encontrada tanta energia e nutrientes naturais em um só produto. 

A fabricação de chocolate, que começou em pequenas oficinas com equipamentos singelos, hoje tornou-se um rentável negócio de corporações multinacionais. 

Pesquisado na internet por Theresa Pires