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SANGUE DE DRAGÃO - O Sangue cicatrizante da Floresta






Sangue de Dragão

O sangue cicatrizante da florest
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O sangue de dragão é uma seiva obtida de uma árvore da amazônia com inigualáveis propriedades terapêuticas. É um dos cicatrizantes mais fortes conhecidos. Em cosméticos além de aumentar a síntese de colágeno reduzindo a formação de rugas, age protegendo a pele contra os raios UV e promove seu rejuvenescimento. 

Pesquisas realizadas pelo Dr. John Wallace da Universidade de Calgary no Canadá mostraram que, de fato, ele é um potente inibidor da inflamação e da dor, sendo o alcalóide taspina o responsável pelo sua atividade antiinflamatória em específico. Segundo Wallace, “não somente o sangue de dragão previne a sensação da dor, mas também bloqueia a resposta do tecido a químicos liberados pelos nervos que promovem a inflamação. Não existe na atualidade médica nenhuma outra substância que nós conhecemos que possua estas mesmas atividades”.  Em testes laboratoriais, o grupo de pesquisadores de Wallace demonstrou que o sangue de dragão bloqueia topicamente a ativação das fibras nervosas que liberam sinais de dor para o cérebro, funcionando como um assassino da dor.  
          

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Dragões e Magos Negros



Dragões e magos negros, ditadores do abismo e senhores da escuridão, ultimamente estão sendo feitos amplos estudos sobre esses espíritos. Os primeiros relatos surgiram com a obra de Ranieri (amigo pessoal do Chico Xavier) conhecida como “O Abismo”, depois tivemos algumas outras obras, das quais eu acredito serem muito importantes os livro “Erg, O Décimo Planeta” do Roger Feraudy (que aponta o auge dos eventos catastróficos na Terra para bem próximo de 2036), além da trilogia do Robson Pinheiro “Legião”, “Senhores da Escuridão” e “A Marca da Besta”. Mostrando também um panorama dessas entidades, dois livros do Roger Paranhos “Atlântida no Reino da Luz” e “Atlântida no Reino das Trevas”. Obras de suma importância para conhecer esses seres. Vamos então começar analisando quem são Dragões, magos negros bem como o exílio planetário de Capela, o exílio após a destruição de Erg, bem como o atual momento que estamos passando onde ocorrerá mais um exílio planetário.

Dragões, também conhecidos como draconianos, possuem essa denominação não porque sejam fisicamente parecido com os mitológicos dragões que cuspiam fogo, mas simplesmente porque possuem o pleno controle dos elementos, simbolizado pela figura do dragão, pois o animal dragão segundo a mitologia cuspia fogo, voava, andava sobre a terra e podia também mergulhar nas águas.Além disso estão acima dos magos negros, também conhecidos como reptilianos pela aparência escamosa e cheia de grossas feridas que os magos negros possuem no seu corpo astral, dando a eles uma aparência que lembra um réptil, sendo que o dragão segundo a mitologia foi o mais poderoso dos répteis que já existiram.


A origem dos Dragões remonta ao confronto milenar que ocorreu em tempos remotos entre esses espíritos e os habitantes de Erg. O mundo de origem dos Dragões ficava próximo a Erg e esses dois mundos ficavam entre Marte e Júpiter. Os Dragões iniciaram um confronto para tentar impor sua ascendência sobre os habitantes de Erg e com o conflito e não aceitação dos habitantes de Erg, esse planeta foi explodido durante o confronto, sendo hoje visível como o cinturão de asteróides que existe entre Marte e Júpiter.

Uma das razões que motivaram os Dragões a invadir Erg, foi a descoberta que seu mundo de origem que ficava próximo de Erg sofreria um grande processo de afastamento do sistema Solar, indo para outro sistema solar para que a vida naquele mundo passasse a ser mais materializada, tal como é na Terra hoje. Com a destruição de Erg, tanto os dragões como os espíritos de Erg que participaram ativamente do grande conflito acabaram sendo atraídos para a Terra.

Magos negros, também conhecidos como reptilianos, são originalmente os habitantes de Erg que participaram ativamente do grande conflito com os Dragões e vieram junto para a Terra com estes. Também conhecidos como magos negros estão alguns dos espíritos originários do sistema de Capela, que foram exilados para a Terra, porém um exílio mais recente que o dos magos negros vindos de Erg. Durante o conflito entre os dois povos da Atlântida (brancos do ocidente e vermelhos do oriente) a aproximadamente 12 mil anos, os capelinos se aliaram aos Dragões para combater os magos negros originários de Erg. O povo vermelho do Oriente contava com o apoio dos magos negros de Erg, enquanto que o povo branco do ocidente contava na sua maioria com capelinos aliados aos Dragões, apesar de existir um número pequeno de capelinos que se aliou aos antigos magos negros de Erg.

A vitória desse conflito na Atlântida foi do povo vermelho, pois apesar do maior conhecimento dos Dragões, estes estavam impossibilitados de atuar diretamente na terceira dimensão pois não aceitavam reencarnar, enquanto que os magos negros de Erg estavam alguns encarnados e atuando diretamente na terceira dimensão. Ao perceber que a derrota dos magos negros capelinos seria inevitável, os Dragões não deram prosseguimento ao conflito, inclusive se isolando para regiões mais inferiores no astral, abandonando o apoio aos magos negros capelinos, pois já sabiam que um grande acontecimento iria destruir a Atlântida e por conseqüência colocar fim a supremacia dos magos negros de Erg na Atlântida.

Esse abandono gerou a derrota dos magos negros capelinos que em sua maioria estavam no povo ocidental dos brancos, que foi subjugado pelo povo vermelho do oriente. Após a dura derrota que ambos
os magos enfrentaram com a destruição da Atlântida, através da queda de um asteróide que afundou praticamente toda a Grande Ilha, estes se dividiram em grupos, disputando o controle das zonas umbralinas do astral e sua influencia nos povos encarnados na terceira dimensão da Terra. A partir desse ponto se iniciou uma aliança com os Dragões, que será relatada mais pra frente.

Exílio de Capela : a aproximadamente 12 anos um grande grupo de espíritos foi exilado do sistema de Capela, pois não acompanharam a evolução de um de seus mundos, que passava por um processo semelhante ao que a Terra irá passar em breves décadas, evoluiria mais um degrau na escada evolutiva dos mundos. Alguns de seus habitantes não acompanharam essa evolução, seja pelo apego excessivo ao materialismo, seja pelo distanciamento do aperfeiçoamento moral e dessa forma teriam que recomeçar seu ciclo reencarnatório em outro planeta, que no caso era a Terra. Mais relatos desse impressionante evento podem ser vistos nos livros “Os Exilados de Capela” (Edgard Armond), “A Caminho da Luz” (Chico Xavier pelo espírito de Emmanuel) e “Atlântida , no Reino da Luz” (Roger Paranhos, pelo espírito de Hermes).
 Nesse grupo de espíritos exilados vieram alguns com grande conhecimento na manipulação das energias ligadas a malha magnética planetária, que engloba tanto o fluido universal em diferentes formas como uma energia impregnada pela vitalidade de vegetais e animais ligadas ao principio material , uma espécie de fluido vitalizado, que poderia ser habilmente manipulado pelo uso de recursos mentais específicos e uso de materiais específicos como o ouro e cristais junto a elementais da natureza, uma espécie de “magia” que possibilitaria levitação e transmutação de elementos materiais que ficou conhecida por alguns como VRIL.


O mau uso durante a guerra entre os dois povos , bem como o uso dos catalizadores (pirâmides) de energia para manipular grandes fluxos tanto de energia vinda do astral como a vinda do centro do planeta, causou um desequilíbrio tamanho no planeta que um asteróide teve que cair na Atlântida para impedir que aquela tecnologia (criada pelos magos brancos durante a ultima Era de Ouro da Atlântida) fosse usada para causar guerras no resto do planeta. Com a queda do asteróide, a Terra inclinou seu eixo em alguns graus, o que causou também uma maior dificuldade em manipular a energia da malha magnética, que fluía de forma muito mais estável quando o eixo estava verticalizado (por isso da necessidade, segundo nos informa Ramatís, que o eixo da Terra volta a ser verticalizado para que possamos entrar na Era do Mentalismo e resgatar os conhecimentos milenares dos magos brancos da Atlântida em toda a sua amplitude).





Atualmente a Terra passa por processo semelhante ao
exílio planetário que ocorreu em Capela. A Terra
deixará de ser mundo expiatório e passará a ser um
mundo regenerado, onde apenas poderão reencarnar
espíritos com um mínimo de desejo sincero pela
reforma moral e pela fraternidade e paz entre os povos.
 Todo esse processo será descrito em outros textos,
 sobretudo na questão do ápice das transformações ,
que ocorrerão com conflitos entre nações e
mudanças por desastres naturais, que auxiliarão
 no afastamento dos futuros exilados e impulsionarão
 os eleitos a se unirem pela reconstrução dos
escombros do planeta.  

Ainda sobre os magos negros e Dragões, o livro do Robson Pinheiro ("Senhores da Escuridão") expõe claramente, através dos relatos do Dragão, que na verdade os primeiros magos negros não foram os capelinos, mas sim os espíritos de Erg que tiveram seu mundo explodido e desejavam vingança contra os Dragões , responsáveis pela destruição de Erg.

Ambos os grupos de rebeldes vieram muito antes do que os capelinos, estes últimos também ficaram conhecidos (alguns) como magos negros, porém não  são os “originais”.

O que é dito pelo Dragão não menciona o conflito em especifico na Atlântida, mas basicamente o que ocorreu na guerra entre as duas raças, segundo o relato do Dragão, foi que os magos negros “originais”(os espíritos vindos de Erg que desejavam vingança) aceitaram, ao contrário dos Dragões reencarnar no planeta e começaram a agir diretamente no século final da Atlântida, quando o sistema social entrou em colapso, a aproximadamente 12 mil anos.

Os Dragões, que não aceitavam reencarnar, se aliaram então aos capelinos, dentre os quais surgiram também alguns magos negros, sem que entretanto tivessem o mesmo poder dos magos negros “originais” de Erg, que tinham ascendência direta sobre a raça vermelha e seu principal mago negro: Atlas, que futuramente viria a reencarnar como o cruel Menés e depois como Moisés, para iniciar sua regeneração em missão crística.

Após o conflito no plano físico, que resultou no afundamento da Atlântida, tanto os magos negros “originais” de Erg como os magos negros capelinos continuaram atuando nas zonas astrais, enquanto que os Dragões, por não aceitarem a reencarnação, e por não terem mais a possibilidade de continuar nas zonas umbralinas mais próximas a superfície devido aos graves problemas na sua retina perispiritual e crescente diluição da estrutura atômica do seu corpo astral, tiveram que ir para as zonas mais inferiores, conseguindo atuar nas zonas astrais próximas a superfície onde estavam os magos apenas por irradiação mental, já que o centro da sua consciência estava exilados às zonas abissais.

Longe disto ter sido uma vitória dos magos negros “originais”, pois estes sabiam que só triunfaram nas zonas umbralinas próximas a superfície pela desistência dos Dragões em reencarnar. E além disso os magos negros originários de Capela também estavam nessas zonas umbralinas mais superficiais , sendo que os “originais” de Erg sabiam que o conhecimento dos Dragões era mais amplo que o conhecimento deles (os magos negros vindo de Erg) e que esse conhecimento poderia ser decisivo para ajudar os magos negros capelinos a sobrepujar a autoridade dos magos negros de Erg no astral umbralino.


Como o desejo de ambos os magos negros (tanto de Capela como Erg) era somente poder e controle, os magos negros de Erg (os “originais”) buscaram uma aliança com os Dragões, sabendo que estes estavam
exilados em zonas abissais, para que tivessem posse de um conhecimento mais amplo, que eles magos não tinham. Para os Dragões interessava e interessa essa aliança , não pela simples questão de poder e controle, pois seu real desejo é abandonar a Terra, com o intuito de retornar ao seu mundo de origem (que sequer está no nosso sistema solar).

Para isso, eles sabem que atualmente só existe um caminho: realizar o mesmo que fizeram em Erg, só que na Terra. Para tanto, os Dragões se utilizam dos magos negros como emissários de suas técnicas milenares, visando expandir a descrença, o medo, o materialismo, a depressão em toda a raça humana. A diferença básica entre magos negros e Dragões é que os magos buscam o poder e controle através das sensações que a Terra pode proporcionar, que a matriz corporal da Terra proporciona. Isso, os Dragões já abandonaram a muito tempo, pois nem corpo astral possuem mais, seu desejo de poder e dominação é mais amplo e não está em permanecer e controlar a Terra, mas sim destruí-la como forma de libertação.

Não é a toa que varias religiões e canalizações espiritualistas relatam o “fim do mundo” como a destruição física, pois são religiosos e médiuns que acabam sendo diretamente influenciados pela ação coercitiva e sutil dos magos negros que exploram habilmente os medos mais profundos das pessoas e transmitem a vontade dos Dragões: que o planeta Terra seja simplesmente extinto.


A necessidade do exílio planetário está justamente em isolar essas duas categorias de seres, juntamente com os espíritos que não demonstram o menor desejo de buscar uma modificação moral. Dois terços aproximadamente dos espíritos que vivem na aura terrestre entre os dois planos não tem o mínimo desejo de modificação. Um terço mostra algum  interesse e esforço sincero nessa mudança e são esses que irão permanecer reencarnando na Terra, só que sem mais a ação dos espíritos milenares e os dois terços que se  deixaram levar por eles, o que irá possibilitar com essa mudança uma ruptura total com os paradigmas que vivemos atualmente, tanto sobre o entendimento sobre o que é o Estado, o que é a propriedade e o que é a globalização, mudando toda a estrutura da sociedade e economia e sobretudo das religiões.
Fonte: umbandacaridade@yahoogroups.com.br (autor desconhecido).