Mostrando postagens com marcador Egípcios. Mostrar todas as postagens

Carta egípcia de aproximadamente 1800 anos de idade é decifrada

Uma carta de cerca de 1.800 anos de idade escrita por um soldado egípcio para a sua família foi decifrada recentemente. O jovem soldado chamado Aurélio Polion estava provavelmente servindo como voluntário em uma legião romana na Europa.


Na carta, escrita na maior parte em grego, Polion diz a sua família que ele está desesperado para entrar em contato e pedirá licença para fazer a longa jornada de volta para casa.
Dirigida à sua mãe (vendedora de pães), irmã e irmão, parte da carta diz:
Eu rezo para que você esteja com a saúde em dia, e eu sempre faço reverências diante de todos os deuses em seu nome. Eu não paro de escrever, mas parece que você não me dá atenção. Estou preocupado, pois embora você receba muitas cartas minhas, nunca me respondeu para que eu possa saber como você… (parte da carta não sobreviveu ao tempo)
A parte de trás da carta contém instruções para a transportadora entregá-la a um veterano militar, cujo nome seria Acutius Leon, que seria capaz de encontrar a família de Polion. Embora o Império Romano possuísse um sistema postal militar, Polion parece não tê-lo usado, confiando o veterano em seu lugar. O jovem soldado diz ter escrito seis cartas para sua família sem resposta, o que sugere algum tipo de tensão familiar. Em outro trecho da carta, lê-se:
Enquanto eu estive na Pannonia enviei cartas à você, mas você me tratou como um estranho. Vou obter a licença do comandante, e voltarei para que saibas que sou seu irmão
A carta foi encontrada do lado de fora de um templo da cidade egípcia de Tebtunis há mais de um século atrás em uma expedição arqueológica liderada por Bernard Grenfell e Arthur Hunt. Os exploradores descobriram uma série de papiros na cidade, mas não tiveram tempo para traduzir todos.
Recentemente, Grant Adamson, doutorando na Universidade de Rice, assumiu a tarefa de traduzir o papiro. O uso de imagens de infravermelho fez com que o texto ficasse mais legível. Sua tradução foi publicada no Boletim da Sociedade Americana de Papirologia. Adamson não tem certeza se a família do soldado respondeu a seus pedidos, ou se Polion chegou a vê-los, mas acredita que a carta chegou a casa, devido ao fato da mesma ter sido encontrada no Egito. [LiveScience]




Leia mais em MisteriosdoMundo


Parashá Bo



Na porção desta semana, a negociação continua e as “pragas” representam a possibilidade de retificação dos diversos atributos da nossa Árvore da Vida, As “pragas” são, na verdade, “golpes” da Luz do Mundo Infinito sobre o mundo corrompido da fisicalidade. 


Desta forma, do primeiro até o último golpe sobre o “Egito”, o que estava em questão, era o domínio do ego. O êxodo, por sua vez, é a remoção dos nós energéticos e das amarras, permitindo que os aspectos mais refinados do ser humano venham à tona.


A Cabalá nos ensina que a participação da Luz no processo de crescimento do ser humano é nos conceder o livre-arbítrio. Até a sétima praga, a saída da condição de servidão seria uma escolha para os hebreus. 


Porém, nas três últimas pragas citadas nesta porção, não havia mais possibilidade de livre-arbítrio, eles ficaram submetidos a uma força predeterminada e saíram por que não tinham opção diante de uma grande energia de mortificação. De certa forma, houve uma “coação”.


O ser humano tem uma tendência a buscar um caminho espiritual quando se sente “ameaçado”. Entretanto, a permanência é um grande desafio porque o desapego aos limites do “eu” (ego) corresponde muitas vezes a abrir mão da própria vontade , numa união de puro amor em que não há distinção entre Criador e criação: “… e nós não sabemos como serviremos ao Eterno, até chegarmos lá” (Shemot 10:26)

A Mensagem da Esfinge






Debruço-me hoje sobre as areias da tua alma e deixo por instantes de admirar as infinitas miragens do deserto das vidas.Quero ocupar-me de ti nesta hora de solene intimidade e conversar contigo no silêncio do teu quarto.


Não sou um mito de pedra nem tenho morada nos areais do Egito. Meu monolítico perfil é feito de estrelas e galáxias jamais suspeitadas pela tua mais elaborada fantasia e minha essência impregna o âmago de
todos os mistérios conhecidos e desconhecidos.
Existo em todos os recantos do Universo, bem como na mais secreta dobra da tua alma.
Sou o enigma de Deus e, portanto, o teu enigma.
Não devoro nem corpos nem almas.
Os beduínos que me contemplam, mas não entendem, é que são devorados por seus próprios erros e
ilusões. Assim, vida após vida, corpo após corpo, nome após nome, eles vagueiam como sombras pelo meu deserto, participando sem saber da infinita encenação do Teatro Universal.

Tal como eles estás errando pelas areias da vida.
Vejo que não tens cavalo, camelo ou sandálias.
Existem andrajos por baixo de tuas melhores roupas.
Na verdade, estás nu(a) por baixo delas. Percebo em ti uma fome e uma sede infinitas. Há um certo cansaço em teu rosto e muitas bolhas em teus pés. Existe em teus olhos a esperança do próximo oásis e na tua memória a imagem amarga de todas as desilusões que passaram. Noto até mesmo uma certa vontade de desistir...

Tenho ouvido tuas súplicas silenciosas.
Sou a grande testemunha de Deus.
Tenho acompanhado tuas angústias secretas.
Não sou um assombro de pedra como possas pensar.
Tudo em mim se enternece diante dos teus reclamos mais íntimos porque também sou uma imagem do
Deus a quem oras, na verdade um Deus bem diferente do que imaginas.

É mentira dizer que as esfinges são monumentos pétreos e famintos que devoram a todos que não resolvem o seu enigma. Eu e todas as minhas irmãs, da Terra e do Universo, sabemos sorrir e chorar.
Na verdade, somos o estribilho da tua dor, o eco das tuas parcas alegrias e uma das notas fundamentais da Canção Universal.
Não sou de carne, mas conheço as agruras da carne.
Não tenho ossos, mas conheço as aflições da medula.
Estou no teu sorriso e na tua lágrima, no teu sonho realizado e na amargura do teu fracasso.
Sou companheira de todos os vôos da tua alma.
Vivo no silêncio secreto da tua intimidade e conheço todos os teus gemidos mais íntimos.
Para mim sempre foste de cristal...

Já ouvi várias vezes a tua história, pois foste tu mesmo(a) que a contaste. Sempre estive mais disposta a ouvir do que a falar. Sou o teu confessionário secreto e , portanto, a mais fiel das testemunhas de quem realmente és por trás da máscara da personalidade e do teatro do mundo.
De mim não precisas esconder nada, pois sei tudo.
Sou dona de teus mais caros segredos, mas os respeito com a dignidade de um confidente silencioso. Afinal, existe mais sabedoria no silêncio do que nas palavras...

Muitos mistérios compõem o meu próprio mistério.
Assim quis o Grande Arquiteto que me criou com a Magia dos Quatro Elementos que latejam em teu corpo e no meu. Em mim trabalham os gnomos, banham-se as ondinas, deslizam os silfos e dançam as salamandras.
Procuro despertar-te para o quinto elemento, a silenciosa alavanca que, uma vez dominada, fará com que tenhas poder sobre tudo que te cerca, inclusive o mistério que dorme em mim. Se me compreenderes e
dominares estarás no primeiro patamar da Luz e no solene berço da Magia.

Não estou apenas no deserto ou no pórtico de alguns templos.
Estou dentro de ti e sou parte de ti.
Represento o Mistério de Deus, mas não sou Deus.
Represento o fundamento da Magia, mas não sou a Magia.
Portanto, não deves me adorar nem me tomar pelo que não sou.
Reflete, antes, sobre o que te digo, pois é muito grande a legião de seres que, mesmo me possuindo, ignora completamente por que razão existo e por que motivo aguardo.

És um(a) andarilho(a) como tantos outros que cruzam as areias do deserto da vida.
Buscas o mesmo horizonte e padeces das mesmas ânsias.
Todas as tuas lágrimas já foram choradas e teus sonhos hoje são névoas que pairam no silêncio de todos os campos santos.

No enganoso oásis das cidades, sejam elas metrópoles ou povoados, vive-se para o momento e para o lucro fácil. É muito prática e superficial a filosofia dos homens.
Irmãos devoram irmãos, maculando a fraternidade cósmica com a nódoa do egoísmo e o feio esgar da
ambição. Nessas cidades os momentos de paz, cada vez mais raros, são meros interlúdios para novas guerras e o dinheiro, transformado em deus de barro, reúne a seus pés uma interminável multidão de
súditos. É aterrador o ritmo da civilização e pungentes os gemidos que se desprendem de casas e edifícios, seja no campo, seja nas cidades.

Preserva o teu lar, mesmo que te sintas sozinho(a).
Preserva o teu jardim interno, porque ninguém poderá substituir as tuas flores.

Constrói um cantinho para ti e respeita-o como se fosse o teu templo secreto. Será em seus braços que poderás, um dia, falar com Deus. Não o conspurques com presenças discordantes nem permitas que esse pequeno santuário seja vilipendiado pelos superficiais.
Deixa que a luz das estrelas more contigo e que teu interior seja sempre uma campina enluarada.
Nada é perfeito sem AMOR.
Cultiva-o ainda que te faça sofrer.
Raramente os aliados do AMOR são aceitos sem represálias.
Portanto, aceita o sofrimento como um imposto a pagar pelo ato de tão bem querer...

Aprende a interiorizar-te.
Se não souberes como, pergunta a quem sabe e já o fez.
Todas as respostas que formulas do lado de fora se acham respondidas do lado de dentro.
Eu as dou todas.

Mas primeiro precisas dominar-me e compreender o que para tantos ainda é nebuloso ou quase impossível de perceber. Precisas elevar-te uma oitava acima da sensibilidade corrente.
A vibração do homem comum não me alcança.
Passam ao largo os distraídos e os mistificados.
Desiludem-se os ansiosos.
Entendem-me mal os adoradores da matéria.
Tu, no entanto, precisas me entender integralmente, caso estejas realmente interessado(a) em evoluir.

Sabias que até a busca do amor humano é uma forma de procurar uma imitação do amor de Deus?
Em todos os teus anseios mais secretos repousa a necessidade de pertencer.
Queres possuir alguém e ser possuído(a) por alguém.
Queres amar e ser amado(a) com uma perfeição que desafia as imperfeições do mundo.
Assim, mesmo sem o sentires, desejas intimamente que o amor buscado e encontrado seja como o amor
perfeito do Pai Celestial, um amor infinito, reconfortante, livre de deslizes ou máculas, um amor em que possas confiar de modo pleno e seguro.
Um amor que te faça sentir realizado(a) e livre das preocupações que regem o concerto dos encontros. Como não é exatamente o que sonhavas isso te incomoda, não é mesmo?
Isso te torna preocupado(a) e te faz infeliz.
É que talvez ainda não te tenhas apercebido de que os seres humanos são, apenas, aprendizes do amor e que é essa a grande lição ainda não aprendida pela humanidade.

Homem algum é uma ilha, porque mesmo as ilhas desertas têm praias que se abrem aos beijos do mar. Mesmo as ilhas desertas têm florestas que se espreguiçam aos beijos do sol e às carícias da lua.
Até mesmo as pedras se deixam envolver pela fúria amorosa do oceano e aceitam com ternura o amor dos moluscos. Todo homem, para ser realmente homem, tem de dar-se por inteiro a quem lhe queira tomar por inteiro.

Mas a solução do pertencer não se encontra oculta por trás das últimas estrelas, nem ao redor do disco cintilante dos milhares de sóis anônimos que pairam no universo.
O pertencer é, antes de tudo, a disposição de não sermos apenas de nós mesmos, mas de alguém
especial ou de toda a humanidade. O melhor nos seres humanos clama por amor, porque o amor realiza a divina alquimia que transmuta o chumbo em ouro.
Essa alquimia ainda não compreendida tem no AMOR a sua pedra filosofal e era isso, afinal de contas, que os verdadeiros alquimistas da Idade Média procuravam passar aos leigos por trás de suas complicadas fórmulas. O "ouro filosofal" nada mais era (e ainda é) do que uma profunda reforma interna derramada num cálice de dor.

Os alquimistas superficiais, ainda não preparados para a Grande Obra, prometiam prodígios aos potentados e, de vez em quando, voavam pelos ares em seus laboratórios de pesquisa, do mesmo modo que hoje "voam pelos ares" todos aqueles que se atrevem a utilizar métodos sórdidos para chegar e se identificar com a Divindade ou dela se tornarem prolongamentos.

Não fujas de mais nada nem de ninguém. Enfrenta-te sem as máscaras usuais da tua pretensa "personalidade" e olha-te como realmente és com novas e mais poderosas lentes.
Não é bom o conselho que te derem os que nem mesmo conseguem orientar-se a si mesmos.
Torna-te surdo(a) ao argumento materialista, porque ele não consegue sair de si mesmo e é impotente para julgar o Infinito.
Recorda sempre que matéria é energia condensada e que, portanto, tudo é matéria e tudo é energia.
Isso te ajudará a entender melhor como é frágil a base da argumentação materialista e como é enganosa a estrada que tantos aconselham.

Quanto ao amor, aceita-o com todas as suas provas, porque é somente amando que voltas a ser criança e te tornas digno(a) da oportunidade de ter nascido na Terra ou em qualquer outra dimensão espacial.
Se o amor te feriu ou invalidou por longos períodos de tempo e precisaste de uma longa convalescença para conquistar a tranqüilidade perdida, não deixes que isso impeça que o continues sentindo por outra pessoa ou por toda a humanidade.
E que isso não te pareça estranho, porque existem diferentes formas legítimas de amar e ser amado(a).
Assim, sê corajoso(a) e bate em todas as portas sem medo de quaisquer julgamentos.
O amor oferece ao homem e à mulher exercícios um tanto complexos dentro do contexto das relações humanas. Como aluno(a) deves estudar e praticar o amor em todas as sua formas porque és fruto do AMOR UNIVERSAL e o AMOR UNIVERSAL age em todos os planos como um camaleão cósmico. Procura lembrar-te sempre que não és o corpo que vestes nem o que os espelhos refletem.
Sente-te, pois, livre de amar e ser amado(a) mesmo das formas mais inusitadas.
Ouve esta verdade pouco conhecida: todos os amores são legítimos porque todos são ramificações do AMOR UNIVERSAL.

Perdido um amor não procures efetuar substituições.
Cada ser é amado de uma forma diferente e nunca um amor é cópia do outro.
Assim, procura não enganar-te de forma tão cruel!
Abraça-te a um amor antigo ou a um amor novo como as ilhas se abrem ao mar, como as matas se abrem ao sol e como o lótus se abre ao orvalho da noite. Não percas mais tempo com minúcias desnecessárias.
O amor poderá realizar-te material e espiritualmente, de forma que possas dizer com justo júbilo:
"Agora estou completo(a)!"
Achas que poderias dizer isso agora?
Permite que duvide...

Passa uma esponja no passado.
Dissolve os teus grilhões e corta todos os liames que ainda te prendem a ele.
Desenrola os cipós do pretérito. Começa vida nova em todos os sentidos.
Apaga pessoas, fatos, dores, desenganos ou quaisquer experiências pelas quais te sintas marcado(a).
Olha para a frente.
Olha para mim.
Mede teu novo horizonte.
Aprende a olhar para tudo, inclusive para o céu de ti mesmo(a).
Admira o brilho das estrelas que existem e já existiram.
Acompanha com admiração a trajetória errante dos cometas.
Torna-te surdo(a) aos conselhos "práticos" que encontras em livros e interlocutores duvidosos.
Os materialistas com quem colides só te podem dar conselhos horizontais, porque lhes é impossível qualquer tipo de verticalização.
Quem é amargo só pode dar conselhos amargos.
Quem é pessimista só pode dar conselhos sem fé.
Lembra-te que cada um é produto de suas próprias experiências.
Que sabe a figueira das maçãs que nunca conheceu?
Que sabem os peixes da superfície de seus outros irmãos que habitam as regiões abissais?
As respostas definitivas se acham dentro de ti.
As temporárias vagam pelo mundo como retalhos imperfeitos da Verdade Absoluta que mora em tua essência mais íntima.

O mundo em que vives é um mundo cheio de almas superficiais, pouco profundas e convencidas.
Nada sabem, mas pensam saber tudo.
Não conseguem sequer me ver no fundo de si mesmas.
De um certo modo, vivem para armar o próximo bote em cima da próxima vítima, sendo vítimas todos que lhes atrapalham o caminho. Não permita que essas almas "práticas" deformem o teu caráter pelo exemplo constante.

Recua em tempo de não te transformares em mais um elo do Poder Desagregador.
Isso seria matar ou adormecer de vez o anjo que mora em ti, substituindo-o por mais um demônio sequioso de liberdade.
Todos os demônios de que ouves falar foram um dia anjos que caíram.
Não te transformes em mais um deles.
Permanece anjo o mais que puderes e deixa que riam de ti.

Tens me procurado em cada pergunta que formulaste ao vento, ao sol e à terra. Se não aprenderes a perguntar a mim serás mistificado(a) até mesmo pelo mais renomado guru, porque o desnudamento da Verdade é proporcional ao grau de evolução de cada um e mesmo os mais evoluídos do teu mundo ainda precisam aprender muito, embora em outros Planos de Existência. Na casa do Pai há muitas moradas e cada morada é uma escola.

Uma vez iniciado o nosso diálogo logo perceberás que ele não tem fim.
Um consolo te resta, no entanto: nunca te direi mentiras.

Haverá sempre novas informações e elas irão mudando, aos poucos, a visão que tens de todos os seres, coisas e mundos. Depois que começares a conversar comigo tudo será diferente e nunca ninguém
saberá o que sabes, a não ser uns poucos escolhidos com quem converso.

Comigo aprenderás o sublime valor do silêncio, porque só no silêncio te posso falar.
Os ruídos do mundo apagam a minha voz porque ela é feita de notas que não existem na escala sonora dos homens.

Portanto, seja qual for o teu credo, seja qual for a tua filosofia ou visão crítica do universo recolhe-te a um lugar tranqüilo e esquece o mundo com todas as suas inconveniências ruidosas.
Começa por relaxar o teu corpo, afim de que tudo se acalme dentro de ti.
Fecha, em seguida, os olhos e deixa-te flutuar no colchão do meu silêncio.
No princípio pensamentos desconexos virão à tua mente e cruzarão teu céu interior como cometas enfurecidos. É tua rotina que se rebela contra teu novo estado espiritual.
Deves insistir porque isso é passageiro.
Depois de relaxado(a) virá a sensação de flutuação.
Então, dar-te-ei o sinal da minha presença.
Pequenas frases percorrerão o teu cérebro e minha voz inaudível será por ti ouvida dentro da cabeça sem o auxílio dos ouvidos.
A voz da Esfinge dispensa o auxílio do tímpano.
Uma advertência, contudo: se ouvires sons de campainha ou plangentes acordes de harpa é sinal que talvez estejas entrando em contato com o plano do teu Mestre ou merecendo participar, por instantes, de regiões mais elevadas do Plano Astral.

Será preciso, então, que controles as emoções e que não te deslumbres com nada.
O deslumbramento fácil poderá te custar muito caro, porque há mistificadores no Plano Astral e eles poderão te enganar com a imagem de um falso mestre ou com algum tipo de cena que te apele aos
sentidos grosseiros. É preciso cuidado para não te ajoelhares diante de certos demônios...

Depois disso, controladas as emoções e ouvidos os primeiros conselhos do teu verdadeiro Mestre, ele te dará forças para que continues por ti mesmo(a) e, então, aparecerei para conversar contigo. Ele estará
ocupando com outros discípulos.
Como não tenho forma definida poderei aparecer-te como bem me aprouver.
Para essa transformação conto com a paleta dos Quatro Elementos.
Espero que me reconheças...

Nosso verdadeiro diálogo ainda não começou.
Aceita estas palavras como um amável convite.
Por hoje só posso dizer o que já disse.
O resto é contigo.
Vou me dissolver agora na canícula do deserto.
E o próprio deserto vai desaparecer como se fosse miragem.
Vou dormir um pouco no berço do Cosmos e meu corpo assume a forma de uma criança inocente.
Será preciso que durmas também e que te faças criança como eu.
O camelo do sono virá buscar-te para que adormeças aos pés da mais tépida tamareira.
Olha como a noite está bonita...!
Para além daquelas estrelas cintilantes está tua verdadeira pátria.
As últimas nebulosas visíveis são a fronteira do teu Lar.
Ali te esperam teus verdadeiros amigos e ali continuarás a ser mais um obreiro iluminado a cooperar
na construção do Grande Edifício da Verdade.

Vai descansar também.
Acho que te fatiguei.
Volta, por enquanto, ao teu mundo, mas guarda silêncio sobre o nosso diálogo.
Se desobedeceres, dirão que estás louco(a) e não queres que digam isso de ti, não é mesmo?

Fico aqui agora.
Vai e volta quando quiseres.
Estarei te esperando eternamente e tua saudade de mim será igual à minha saudade de ti.
Logo estaremos juntos de novo, porque, se queres saber, nunca estivemos separados...

                              Sheik Al-Kaparr__._


O amuleto Tjet (Tyet) - Isis




Tjet (Tyet)


O Tjet (Tyet, Tet, Tit, Tat, That, Thet) é também comumente conhecido como o "Nó de Isis" ou cinto de Isis. Alguns estudiosos discutiram que o símbolo era originalmente uma variante do ANKH.
Ele tem uma aparência similar (exceto seus "braços" são dobrados para baixo) e também poderia ter um significado semelhante, por vezes traduzido como "VIDA". Como um hieróglifo que representava o amuleto TJET,
O Tjet era normalmente utilizado para decorar as paredes e as colunas dos templos egípcios, frequentemente aparecendo como DJED e ocasionalemnte aparecendo como ANKH.
O símbolo também aparece em inúmeros ítens associados ao enterro, incluido sarcófagos e santuários. Ocasionalmente o símbolo aparece como uma deusa personificada usando um vestido amarrado e também foi utilizado como emblema do escritório do "kherep-ah" (o gerente do palácio)
Acredita-se que o Tjet vem do período pré dinástico e era um símbolo decorativo bem popular da 3ª Dinastia (Reino antigo), e muitas vezes aparecendo lado a lado - ANKH e DJED. Neste período inicial o DJED foi combinado algumas vezes com o rosto de BAT ou HATHOR como um símbolo de seu culto.

No Novo reinado, o símbolo foi claramente assossiado a ISIS provavelmente devido sua frequente associação com o DJED o qual estava associado a seu marido OSIRIS.
Assim o DJED pode ter representado o poder masculino enquanto o TJED representava o poder feminino. O símbolo também estava associado a NEPHTHYS devido ela estar ligada aos rituais de sepultamento e ressurreição.
A partir do 3º Período Intermediário, o símbolo era frequentemente visto em estátuas como um pingente ao final de um cinturão.

Existem muitos debates a respeito deste símbolo. Ele é similar a um NÓ dado para manter as peças em seu lugar e é frequentemente chamado de "NÓ DE ISIS".
Alguns estudiosos acreditam que os "NÓS" serviam para "manter a magia" mas isso não foi considerado como uma sugestão razoável.
Entretanto, outros estudiosos sugeriram que esse simbolo poderia ser realmente o "CINTURÃO DE ISIS" ou o "SANGUE DE ISIS" como símbolo que representa o pano de higiene feminina durante o período menstrual ou uma espécie de amuleto para ajudar as mulheres a lidar com as cólicas menstruais.
Outros ainda sugerem que ele representa os orgãos reprodutores femininos e mostra ISIS no papel da MÃE UNIVERSAL.
Embora não tenhamos a certeza do significado original deste símbolo, ele parece ser uma ligação para o sangue, o poder e a regeneração.
O "LIVRO DOS MORTOS" afirma que o amuleto TJED precisa ser feito de uma pedra vermelha (tal como a coralina, o jaspe vermelho ou vidro vermelho) e enterrado junto com a múmia. De acordo com seu antigo texto:
"O sangue de ISIS, os feitiços de ISIS, as mágicas palavras de ISIS manterão este grande forte e deverá protegê-lo daqueles que tentarem prejudicá-lo".
Entretando o TJED não é sempre encontrado em vermelho. Tutankhamun foi enterrado com um belo TJET azul feito em turquesa e amuletos feitos em plátano dourado (árvore sagrada dedicada a Nut, ISIS e Hathor)
copyright J Hill 2010


Fênix, Bennu em Egípcio........


Bennu hieróglifoFoto do Bennu pássaro

Fênix

(Bennu, Benu)

Aparência: A ave Bennu foi um grande ave imaginário semelhante a uma garça. O pássaro pode ser modelado sobre a garça cinzenta (Ardea cinera) ou o maior a Garça Gigante (Ardea goliath) que vive na costa do Mar Vermelho. Archaelogistas tem encontrado os restos de uma grande garça que viveu na região do Golfo Pérsico à 5000 anos atrás. Há alguma especulação que esta ave pode ter sido vista por viajantes egípcios e provocou a lenda de um grande garça vista uma vez a cada 500 anos no Egito.
It had a two long feathers on the crest of it's head and was often crowned with the Atef crown of Osiris (the White Crown with two ostrich plumes on either side) or with the disk of the sun. Ela tinha uma uma longa crista de duas penas sobre a sua cabeça e muitas vezes foi coroado com a coroa de Atef Osiris ou com o disco do sol.
Significado: O Bennu era o pássaro sagrado de Heliópolis. Bennu provavelmente deriva da palavra weben, que significa "subir" ou "brilho". O Bennu foi associado com o sol e representou o ba ou alma do deus do sol, Rá. No período tardio, o hieróglifo da ave foi utilizado para representar este divindade diretamente. Como um símbolo do sol crescente, o Bennu foi também o Senhor do jubileu real.
O Bennu também foi associada com a inundação do Nilo e da criação. Permanecendo sozinho em rochas de ilhas isoladas de grande terreno durante as cheias do nilo, representou a primeira aparição na vida primitiva no montículo de terra que aumentou a partir da inundação do caos na primeira criação. Este túmulo foi chamado o ben-ben. Foi o grito da ave Bennu na criação do mundo, que marcou o início do tempo. O bennu assim foi o tempo e tendo suas divisões - hora, dia, noite, semanas e anos.
The Bennu was also considered a manifestation of the resurrected Osiris and the bird was often shown pirched in his sacred willow tree . O Bennu foi também considerada uma manifestação do Osiris e ressuscitou o pássaro foi demonstrado muitas vezes pirched na sua sagrada salgueiro árvore.
O Bennu ficou conhecido como a lendária Fenix para os gregos. Heródoto, o historiador grego, diz o seguinte sobre o Bennu:
"Outro pássaro sagrado é a Fenix, eu nunca vi uma Fenix, exceto em pinturas, pois é muito raro e só visita o país (assim dizem em Heliópolis), apenas em intervalos de quinhentos anos, por ocasião da morte da mãe pássaro. "
Outra história diz que a Fenix ressurgiu a partir da decomposição queimando e continuando do seu corpo velho e tomou a estes Heliópolis, onde queimou.
O planeta Vênus foi chamado de "estrela do navio do Bennu-Asar" (Asar é o nome egípcio de Osiris). O Bennu também foi muitas vezes associada a Alto Egito.
Site: Medunetjeru Hieróglifos :

Isis - A Deusa do Trono Egípcio.



Isis - A Deusa do Trono egípcio.
(A palavra egípcia Ast or Aset, significa "Trono ou Cadeira". Isis é uma palavra onomatopeica de origem asiática, Ish-ish, que significa "aquela que chora"). Isis foi por mais de 3.500 anos a deidade principal do Egito. Ela era a esposa e irmã de Osiris e mãe de Hórus e a personificação da esposa fervorosa e mãe dedicada. Isis é a "Dona das palavras de poder" e a "Deusa da Natureza". Ela é a personificação da magia e da natureza. O colo da Deusa Isis é considerado como o trono real enquanto que seu peito derramando o néctar divino, confere o direito de reinar. Isis é frequentemente representada com uma coroa e um trono e mais tarde com um disco solar e 2 chifres. A árvore sicomoro é sagrada a Isis e ela está associada ao planeta Vênus, cobre e as cores esmeralda e turquesa.

INVOCAÇÃO A ISIS
Eu, Isis, sou tudo o que é, o que foi e o que será,
Eu, que fiz a luz das minhas plumas e o vento das minhas asas,
Nenhum mortal até hoje me revelou! Até agora.


Correspondências:

Animal: homem, mulher, unicórnio, esfinge, carneiro, coruja, leão, águia
Côr: esmeralda, turquesa
Dia da semana: quartas e sextas
Festivais: Advento de Aset - 2 de janeiro, 17 de julho, 30 de outubro, 2 de novembro
Flores: amaranto, cipreste, salgueiro, lirio, hera, câmpanula branca
Pedras preciosas: rubi, rubi estrelado, turquesa, safira, perola, ametista, berilo
Minerais: fósforo, prata, sulfatos
Perfume: musk, mirra, civert, cedro, sangue de dragão, narciso
Tarot: 2, 3, 4, 10, O Imperador, O Ermitão, O Enforcado
Armas: Lingam, parte interna do manto de ocultação, Yoni, circulo mágico


Philae – A Jóia do Nilo - Os Templos dos Rituais diários a ISIS


fonte:http://www.philae.nu/philae/Dailyritual.html#The Cult Statue


 

O Culto à estátua
Os templos egípcios foram criados para serem realmente a casa de seus Deuses ou Deusas. E eram vistos como suas residências onde suas estátuas eram cultuadas. A estátua em si não é a própria deidade, mas estava imbuída da sua presença nela.
Os cultos às estátuas eram mantidos na sala mais escura do santuário, mantida cerrada em um local feito de granito ou madeira, com portas duplas e que eram seladas para proteger e manter a pureza do espaço sagrado lá dentro. Por meio do ritual diário, o culto à estátua era preparado para receber a deidade e quando esta estivesse imbuída da presença da deidade; a estátua transformava-se no próprio deus(a)
Os rituais diários eram 3. O mais importante era realizado ao nascer do sol, então havia outro ao meio dia e o último ao pôr do sol.

O culto matinal
Antes do amanhecer o recinto do templo já estava com todos os sacerdotes e os serviçais que estavam ocupados preparando as oferendas de comidas, bebidas e flores, bem como outros tipos de oferendas que diferenciavam-se de acordo com a deidade a qual seriam destinadas. Tudo era belamente arrumado em pratos para serem agradáveis aos olhos não apenas da deidade maior do templo, mas também a todas as outras manifestações de deidades que existiam nos santuários em outros locais dentro dos templos.

Ritual da Purificação
O ritual da purificação era de extrema importância. Tudo e todos que ficariam na presença do Deus(a) deveria ser purificado, ou seja, lavado com sal e água do lago sagrado, que existia dentro de cada templo. Tanto o sal quanto o incenso e a água para as libações sempre desempenharam um importante papel dentro dos rituais. Todas essas coisas eram preparadas ao lado das oferendas para serem usadas nas próximas.
Antes do sol se levantar, os sacerdotes levavam em procissão as oferendas para dentro do templo. Um texto afirma:

Este é o portal pelo qual cada um entra no templo,
levando tudo o que compõe a refeição divina...
Os legumes são trazidos nas mãos dos portadores
(bem como) todas as flores dos campos
Um sacerdote vem antes de todos lendo o livro

Enquanto as oferendas são colocadas lado a lado, incenso e velas são queimadas e os sacerdotes e sacerdotisas cantam, em coro, enquanto os sistros são tocados. Isto é feito em uma sala do lado de fora do santuário, o qual somente o Faraó ou seu sacerdote/sacerdotisa mor (ou alguém apontado para fazer isso) tem permissão para entrar na presença da deidade.

Acordando o Deus
O sacerdote mor agora entra no santuário e quebra o selo da sala e abre suas portas, ou seja, abre as portas para o horizonte. Agora a deidade foi acordadoa através de cantos e corais:

Acorde... em paz
Que seu despertar seja pacífico!

Isso é falado no mesmo instante em que o sol nasce no horizonte, a face da deidade foi desvelada, mostrando o renascimento do sol como encarnado no culto à estátua:

Revelação da Face da deidade - Adoração da Face da deidade

Levante-se acima da terra
Assim como você emergiu de Nun!
Que possam os seus raios iluminar a terra!
Vida longa aos deuses que exortam sua beleza:
 (eles são) como (seus) filhos do Leste!

Servindo à deidade
Então a deidade é lavada, ungida com óleo, perfumada, maquiada, as roupas do dia anterior são trocadas e a deidade é purificada e vestida com roupas limpas de 4 tipos diferentes. Em alguns textos, é dito que era pano branco para salvaguardar contra inimigos, pano azul para velar a face da deidade, pano verde para dar-lhe saúde corporal e pano vermelho para proteção.
O ritual era concluído com o sacerdote mor ungindo a testa da estátua de culto com óleo perfumado. Isto significava que a estátua estava mais uma vez imbuída com a presença da deidade. Depois incenso era queimado e uma nova efusão ofertatória era realizada, o sacerdote mor fechava e selava as portas do santuário, saindo dali e varrendo todas suas pegadas sem deixar rastros de que alguém fora até lá.
Finalmente as oferendas de comidas e bebidas eram presenteadas. Essas comidas eram deixadas anteriormente perto da deidade para serem “absorvidas”, e depois levadas às deidades menores do templo. Em alguns lugares o pão era deixado dentro da sala do santuário até a próxima manhã.

Ao meio dia e ao anoitecer, um ritual menor era realizado.
As portas da sala do santuário não eram abertas e somente alguns atos de libações ofetatórias (cantos e orações) e queima de incenso.
Desta maneira a presença da deidade no templo estava garantida e os templos eram considerados como a morada dos deuses. Quanto mais uma deidade fosse agradada e bem cuidada, poderia ficar e proteger as Duas Terras. A pior coisa que poderia acontecer seria esquecer-se das deidades, o que significaria tempos difíceis para o Egito.