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Você sabe o que é déjà vu ?

A maioria das pessoas já passaram por isso alguma vez na vida: déjà vu, a sensação assustadora que você já experimentou alguma coisa antes, como a ideia de que você já esteve naquele lugar ou já viu aquela pessoa anteriormente, por exemplo. 


O “já visto”, traduzido do francês, está sob investigação há anos pelos cientistas, que ainda tentam oferecer uma explicação satisfatória para o fenômeno, que é supostamente experimentado por mais de 70% das pessoas em algum momento de suas vidas. 

Pesquisas recentes, no entanto, tem revelado algumas pistas sobre o que se passa por trás do déjà vu. O fenômeno parece ocorrer igualmente entre homens e mulheres e entre raças, mas o déjà vu acontece com mais frequência em pessoas com idades entre 15 e 25 anos. 

Este fato levou alguns especialistas a acreditar que o déjà vu pode estar relacionado com neurotransmissores como a dopamina, que são encontrados em níveis mais elevados nos adolescentes e jovens adultos – uma hipótese que ganhou força após o caso particular de um homem de 39 anos de idade. 

O homem – que era médico – estava lutando contra a gripe tomando amantadina e fenilpropanolamina, dois medicamentos conhecidos por aumentar a atividade da dopamina no cérebro. Dentro de 24 horas após o início das medicações, ele relatou intensos episódios de déjà vu. 

Este estudo de caso, publicado em 2001, relatou que uma vez que o médico parou de tomar os medicamentos, o déjà vu também desapareceu. 

Déjà vu e a epilepsia 

Outra visão sobre as causas do déjà vu vem de estudos da epilepsia. Há uma ligação forte e consistente entre o déjà vu e as crises que ocorrem em pessoas com epilepsia do lobo temporal, um tipo de epilepsia que afeta o hipocampo do cérebro. 

O hipocampo desempenha um papel essencial na administração de memórias de curto e longo prazo. Pessoas com epilepsia do lobo temporal “experimentam constantemente um déjà vu no início de suas crises”, de acordo com um relatório de 2012 da revista médica Neuropsychologia. 

Este fenômeno levou alguns especialistas a propor que o déjà vu, como um ataque epiléptico, pode ser o resultado de uma falha de ignição neural, durante o qual os neurônios no cérebro transmitem sinais ao acaso e levam as pessoas saudáveis ​​a experimentar uma falsa sensação de que elas já vivenciaram a experiência presente antes. 

A realidade virtual provoca o déjà vu 

Como o déjà vu é um evento muito fugaz – a maioria das ocorrências duram poucos segundos – está provado que o fenômeno é difícil de estudar. Mas o psicólogo cognitivo Anne Cleary, da Universidade Estadual do Colorado, EUA, encontrou uma maneira de estudar o déjà vu utilizando a realidade virtual. 

Cleary e seus colegas criaram 128 cenas de realidade virtual 3D de uma cidade que chamaram de “Deja-ville”, utilizando o game “The Sims 2″. As imagens foram emparelhadas, com um pátio que tinha uma árvore em um vaso no centro, por exemplo, combinado com uma sala semelhante com uma estátua no centro. 

Quando os voluntários que estavam explorando Deja-ville entraram na segunda sala, eles relataram sentimentos de déjà vu, mas eles não foram capazes de conectar esse sentimento com o momento em que passaram a explorar o primeiro quarto. 

“As pessoas têm uma maior sensação de déjà vu quando a cena tem um layout semelhante”, Cleary disse à revista Smithsonian. 

O Déjà vu pode estar relacionado com alguns outros fenômenos que são igualmente desafiadores para os cientistas explicarem. O “Jamais vu”, ou “nunca visto”, ocorre quando uma pessoa experimenta algo familiar – como a sua própria sala de estar -, mas sente que ela nunca esteve lá antes. 

E “déjà entendu” (“já ouvido”) ocorre quando alguém está certo de que já ouviu alguma coisa antes, como um trecho de uma conversa ou uma frase musical, mas não se lembra a hora exata ou lugar. [LiveScience



A Transmutação Mental

"A Mente (tão bem como os metais e os elementos) pode ser transmutada de estado em estado, de grau em grau, de condição em condição, de polo em polo, de vibração em vibração. “A verdadeira transmutação hermética é uma Arte Mental.” − O CAIBALION.


Como dissemos, os Hermetistas eram os antigos alquimistas, astrólogos e psicologistas, tendo sido Hermes o fundador destas escolas de pensamento. Da astrologia nasceu a moderna astronomia; da alquimia nasceu a moderna química; da psicologia mística nasceu a moderna psicologia das escolas. Mas não se pode supor que os antigos ignoravam aquilo que as escolas modernas pretendem ser sua propriedade exclusiva e especial. As memóriasgravadas nas pedras do Antigo Egito mostram claramente que os antigos tinham um grande conhecimento de astronomia, a verdadeira construção das
Pirâmides representando a relação entre o seu desenho e o estudo da ciência astronômica. Não ignoravam a Química, porque os fragmentos dos antigos escritos mostram que eles conheciam as propriedades químicas das coisas; com efeito, as antigas teorias relativas à física vão sendo vagarosamente verificadas pelas últimas descobertas da ciência moderna, principalmente as que se referem à constituição da matéria.

Não se deve crer que eles ignoravam as chamadas descobertas modernas em psicologia; pelo contrário, os egípcios eram especialmente versados na ciência da Psicologia, particularmente nos ramos que as modernas escolas ignoram; que, não obstante, têm sido encobertos sob o nome de ciência psíquica, que a confusão dos psicólogos da atualidade, fazendo−lhes com repugnância admitir que afinal pode haver alguma coisa nela.

A verdade é que, sob a química material, a astronomia e a psicologia (que é a psicologia na sua fase de ação do pensamento), os antigos possuíam um conhecimento da astronomia transcendente, chamada astrologia; da química transcendente, chamada alquimia; da psicologia transcendente chamada psicologia mística. Possuíam o Conhecimento Interno como o Conhecimento Externo, sendo o último o único possuído pelos cientistas modernos.

Entre os muitos ramos secretos de conhecimento possuídos pelos Hermetistas estava o conhecido sob o nome de Transmutação Mental .


Fonte: Arsenal Gnóstico
O Grimório do Mago


O que é Telepatia?



Telepatia é a transmissão direta do pensamento entre dois seres vivos que não utilizam de qualquer forma de comunicação escrita ou oral, gestos. Todo mundo sabe que, na psicologia, que entre duas pessoas um sistema de comunicação, conhecida como “não-verbal”, que atua em um nível inconsciente através de alterações na postura, taxa de mudança respiração , mudança a cor da pele, ou seja, através da transmissão de emoção ou tensão inevitavelmente percebida pelo inconsciente.
Você pode, por exemplo, sem perceber, expressar a recusa de um objeto apenas afastando ele de você, ou voltar para trás e cruzar os braços. Mesmo se você fizer essas coisas de maneira instintiva, sem racionalizar a mensagem que enviar, este é captado pelo inconsciente, de quem o decodifica. Em experimentos de telepatia, devemos ter muito cuidado para evitar tais inferências. A melhor maneira é remover todo o contato visual entre os dois. Portanto, não é surpreendente que os estudiosos destes fenômenos, tome toda uma série de precauções, só para eliminar qualquer ambiguidade. Os telepatas são divididos em duas categorias distintas: Receptores (ou percepientes), ou seja, aqueles que conseguem coletar uma mensagem, emissores (ou agentes), ou seja, aqueles que são mais capazes de enviá-lo.

Algumas pessoas têm, naturalmente, as duas faculdades. Essa capacidade é comum praticamente a todos os seres humanos, e você certamente teve a oportunidade de fazer essa experiência, muitas vezes, talvez sem ter que prestar muita atenção, um exemplo disto é quando você estava pensando em uma pessoa e ela naquele exato momento estava tentando te ligar. Ao contrário das mensagens transmitidas pelos meios habituais (ondas de rádio, etc…), a distância espacial não é importante na telepatia: a comunicação entre o receptor e o transmissor pode acontecer na mesma sala ou vários quilômetros umas das outras. Na telepatia, a comunicação ocorre simultaneamente, mesmo que o observador não percebe isso, às vezes de forma racional, mas você precisa de um pouco de tempo para decifrar a vaga sensação de desconforto e de opressão através do qual você recebeu essa informação. Telepatia também pode acontecer no estado de vigília, no sono de transe e na hipnose, e pode ser reproduzido espontânea e experimental.

Fonte:- O livro de Telepatia
Editora:- Pensamento


PSICOMETRIA



PSICOMETRIA 
André Luiz 

MECANISMO DA PSICOMETRIA - Expondo algumas anotações em torno da psicometria, considerada nos círculos medianímicos por faculdade de perceber o lado oculto do ambiente e de ler impressões e lembranças, ao contacto de objetos e documentos, nos domínios da sensação a distância, não é demais traçar sintéticas observações acerca do pensamento, que varia de criatura para criatura, tanto quanto a expressão fisionômica e as marcas digitais. 

Destacaremos, assim, que, em certos indivíduos, a onda mental a expandir-se, quando em regime de “circuito fechado”, na atenção profunda, carreia consigo agentes de percepção avançada, com capacidade de transportar os sentidos vulgares para além do corpo físico, no estado natural de vigília. 

O fluido nervoso ou força psíquica, a desarticular-se dos centros vitais, incorpora-se aos raios de energia mental exteriorizados, neles configurando o campo de percepção que se deseje plasmar, segundo a dileção da vontade, conferindo ao Espírito novos poderes sensoriais. 

Ainda aqui, o fenômeno pode ser apreendido, guardando-se por base de observação as experiências do hipnotismo comum, nas quais o sensitivo deixa escapar com facilidade essa mesma força, que passa, de pronto, ao impacto espiritual do magnetizador. 

O hipnotizado pode, na profundez da hipnose, libertar a sensibilidade e a motricidade, transpondo as limitações conhecidas no cosmo físico. 

Nessas ocorrências, sob a sugestão do magnetizador, o “sujet”, com a energia mental de que dispõe, desassocia o fluido nervoso de certas regiões do veículo carnal, passando a registrar sensações fora do corpo denso, em local sugerido pelo hipnotizador, ou impede que a mesma força circule em certo membro - um dos braços, por exemplo -, que se faz praticamente insensível enquanto perdure a experiência, até que, ao toque positivo da vontade do magnetizador, ele mesmo reconduza o próprio pensamento revitalizante para o braço inerte, restituindo-lhe a energia psíquica temporariamente subtraída. 


PSICOMETRIA E REFLEXO CONDICIONADO - Nas pessoas dotadas de forte sensibilidade, basta o reflexo condicionado, por intermédio da oração ou da centralização de energia mental, para que, por si mesmas, desloquem mecanicamente a força nervosa correspondente a esse ou àquele centro vital do organismo fisiopsicossomático, entrando em relação com outros impérios vibratórios, dos quais extraem o material de suas observações psicométricas. 

Aliás, é imperioso ponderar que semelhantes faculdades, plenamente evidenciadas nos portadores de sensibilidade mais extensamente extroversível, esboçam-se, de modo potencial, em todas as criaturas, através das sensações instintivas de simpatia ou antipatia com que se acolhem ou se repelem, umas às outras, na permuta incessante de radiações. 

Pela reflexão, cada Inteligência pressente, diante de outra, se está sendo defrontada por alguém favorável ou não à direção nobre ou deprimente que escolheu para a própria vida. 



FUNÇÃO DO PSICÔMETRA – Clareando o assunto quanto possível, vamos encontrar no médium de psicometria a individualidade que consegue desarticular, de maneira automática, a força nervosa de certos núcleos, como, por exemplo, os da visão e da audição, transferindo-lhes a potencialidade para as próprias oscilações mentais. 

Efetuada a transposição, temos a idéia de que o medianeiro possui olhos e ouvidos a distância do envoltório denso, acrescendo muitas vezes a circunstância de que tal sensitivo, por autodecisão, não apenas desassocia os agentes psíquicos dos núcleos aludidos, mas também opera o desdobramento do corpo espiritual, em processo rápido, acompanhando o mapa que se lhe traça às ações no espaço e no tempo, com o que obtém, sem maiores embaraços, o montante de impressões e informações para os fins que se tenha em vista. 



INTERDEPENDÊNCIA DO MÉDIUM - Como em qualquer atividade coletiva entre os homens, é forçoso convir que médium algum pode agir a sós, no plano complexo da psicometria. 

Igualmente, aí, o sensitivo está como peça interdependente no mecanismo da ação. 

E como é fartamente compreensível, se os companheiros desencarnados ou encarnados da operação a realizar não guardam entre si os ascendentes da harmonização necessária, claro está que a onda mental do instrumento mediúnico somente em circunstâncias muito especiais não se deixará influenciar pelos elementos discordantes, invalidando-se, desse modo, qualquer possibilidade de êxito nos tentames empreendidos. 

Nesse campo, as formas-pensamentos adquirem fundamental importância, porque todo objeto deliberadamente psicometrado já foi alvo de particularizada atenção. 

Quem apresenta ao psicômetra um pertence de antepassados, na maioria das vezes já lhe invocou a memória e, com isso, quando não tenha atraído para o objeto o interesse afetivo, no Plano Espiritual, terá desenhado mentalmente os seus traços ou quadros alusivos às reminiscências de que disponha, estabelecendo, assim, recursos de indução para que as percepções ultra-sensoriais do médium se lhe coloquem no campo vibratório correspondente. 



CASO DE DESAPARECIMENTO - Noutro aspecto, imaginemos que determinado objeto seja conduzido ao sensitivo para ser psicometrado, com vistas a certos objetivos. 

Para clarear a asserção, suponhamos que uma pessoa acaba de desaparecer do quadro doméstico, sem deixar vestígio. 

Buscas minuciosas são empreendidas sem resultado. 

Lembra-se alguém de tomar-lhe um dos pertences de uso pessoal. Um lenço, por exemplo. 

A recordação é submetida a exame de um médium que reside a longa distância, sem que informação alguma lhe seja prestada. 

O médium recolhe-se e, a breve tempo, voltando da introspecção a que se entregou, descreve com minúcias a fisionomia e o caráter do proprietário, reporta-se ao desaparecimento dele, explana sobre pequeninos incidentes em torno do caso, esclarece que o dono desencarnou e informa o local em que o cadáver permanece. 

Verificada a exatidão de todas as notas, comumente atribui-se ao psicômetra a autoria da descoberta. 

Entretanto, analisado o episódio do Plano Espiritual, outras facetas ele revela à visão do observador. 

Desencarnado o amigo a que aludimos, afeições que ele possua na esfera espiritual interessam-se em ajudá-lo, auxílio esse que se estende, naturalmente, à família. Pensamentos agoniados daqueles que ficaram e pensamentos ansiosos dos que residem na vanguarda do Espírito entrecruzam-se na procura movimentada. 

Alguém sugere a remessa do lenço para investigações psicométricas e a solução é coroada de êxito. 

Os encarnados vêem apenas o sensitivo que entrou em função, mas se esquecem das Inteligências desencarnadas que se incorporam à sua onda mental, fornecendo-lhe todos os avisos e instruções atinentes ao feito. 



AGENTES INDUZIDOS - Todos os objetos e ambientes psicometrados são, quase sempre, francos mediadores entre a esfera física e a esfera extrafísica, à maneira de agentes fortemente induzidos, estabelecendo fatores de telementação entre os dois planos. 

Nada difícil, portanto, entender que, ainda aí, prevalece o problema do merecimento e da companhia. 

Se o consulente e o experimentador não se revestem de qualidades morais respeitáveis para o encontro do melhor a obter, podem carrear à presença do sensitivo elementos desencarnados menos afins com a tarefa superior a que se propõem, e, se o intermediário humano não está espiritualmente seguro, a consulta ou a experiência resulta em fracasso perfeitamente compreensível. 

Nossas anotações, demonstrando o extenso campo da influenciação dos desencarnados, em todas as ocorrências da psicometria, não excluem, como é natural, o reconhecimento de que a matéria assinala sistemas de vibrações, criados pelos contactos com os homens e com os seres inferiores da Natureza, possibilitando as observações inabituais das pessoas dotadas de poderes sensoriais mais profundos, como por exemplo na visão através de corpos opacos, na clarividência e na clariaudiência telementadas, na apreensão crítica da sensibilidade e nos diversos recursos radiestésicos que se filiam notadamente aos chamados fenômenos de telestesia. 


Do livro: Mecanismos da Mediunidade 
Psicografia: Francisco Candido Xavier e Waldo Vieira 

Pelo Espírito de : André Luiz